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         Por que devo conhecer o Apocalipse?         


Amados irmãos cristãos de todas as

 denominações,


Vídeos que mostram os sinais do tempo – Olhem para Israel!


           Gostaria de convidar-vos a fazer uma breve reflexão sobre o modo como a Igreja de Deus tem se posicionado quanto à pregação e ao ensinamento do Livro de Apocalipse, bem como todas as passagens bíblicas que se referem à conclusão da obra de Deus para com a humanidade.

                      

     O que me moveu a escrever este artigo foi a constatação de que este tema parece ser tabu nas igrejas, que na maioria das vezes buscam temas inerentes à prosperidade, à paz, à fraternidade, à fé, à comunhão e ao bom relacionamento interpessoal. É lógico que todos estes temas devem ser não apenas ensinados, porém mais que isso, praticados, até porque a boa prática deles nos garantirá passaporte para a eternidade, além de nos ajudar a evitar uma série de aborrecimentos enquanto estivermos neste planeta.

 

                           Graças à Deus, podemos ver no Brasil dos dias atuais praticamente uma igreja cristã em cada quarteirão de nossas cidades e cada uma delas caprichando para levar aos seus membros e convidados uma mensagem de estímulo, fé e esperança e também promovendo eventos diferentes, que distraiem os fiéis da entediante e às vezes árdua jornada semanal e tudo isso é bastante positivo e realmente os sacerdotes cumprem um importante papel na harmonia social, o que é muito para o conjunto da sociedade, além disso, muitas Igrejas também desenvolvem relevantes trabalhos de resgate de pessoas que vivem à margem da sociedade, abrigando-as e proporcionando dignidade à estes que o Estado muitas vezes não quer ver.

                           Tudo isso é maravilhoso e agrada aos olhos de Deus, mas somando-se a esta missão social e espiritual, a Igreja cristã também tem a missão de preparar, com muita cautela, todos os fiéis para os momentos que precedem a volta de Cristo. Vejam bem, amados, não estou aqui falando do zelo em nos afastar do pecado, pois para isso devemos estar cotidianamente preparados, não apenas porque o pecado nos afasta de Deus, mas porque o pecado escraviza e quem gosta de estar escravizado?


 Falo-vos amados, que devamos estar atentos aos sinais, tais como guerras, terremotos, maremotos, a violência urbana e dentro dos lares; mas alguns certamente dirão que estas coisas sempre existiram e em parte é verdade, mas certamente não na intensidade e sequência que hoje podemos ver, mas além da intensidade e sequência também devemos estar atentos quanto aos povos e nações envolvidas nesses acontecimentos e para isso devemos, de fato, conhecer as profecias escatológicas, não apenas para podermos compreender os sinais, mas também para apontá-los aos que não os conhecem, pois dos remidos é a missão de pregar o evangelho, até que venha o filho do homem, e estes acontecimentos constituem fatos inseparáveis do evangelho.

                 Ainda que os cristãos não tenham chegado a um consenso quanto a uma interpretação única dos fatos escatológicos, estes fatos, por si só, levarão todo o povo de Deus a chegarem a este consenso, pois, certamente Deus não permitirá que a geração que verá a vinda de Cristo  e àqueles que vivenciarão o período da Grande Tribulação estejam de tal forma desorientados que não saibam que caminho seguir nem que decisão tomar nestes momentos de grande ansiedade e tensão. Imaginemos que tendo havido o arrebatamento, os remanescentes, vivendo a perseguição do anticristo e ainda estarem debatendo qual visão seja a correta – o pensamento pré-milenista ou pós-milenista ou quem sabe meso-milenista, ou pré ou pós tribulacionista, ou quem sabe meso-tribulacionista. Não amados, os fatos por si só se tornarão em medidas para a Igreja de Deus, que embora parte dela seja arrebatada depois de enfrentar grandes flagelos (Mateus 24), outra parte será especialmente ungida para levar o evangelho durante a chamada “Grande Tribulação”, que na ocasião estará representada pelos 144.000 eleitos e também pelas Duas Testemunhas.

 

       Estereótipo das duas testemunhas com trajes antigos profetizando sobre o Muro das Lamentações – parte das ruínas do Templo de Salomão, no pátio do qual atualmente está erigida a mesquita de Omar.

             Este vídeo apresenta uma das interpretações mais contundentes sobre a identidade da besta – o sexto papa-monarca


                     Caros irmãos, não devemos ter medo de afugentar fiéis de nossas igreja ao debatermos temas tão “pesados”, porém hoje, mais do que necessários, haja visto a evidência dos fatos. Devemos deixar de lado o ceticismo e pensarmos com muita cautela, lógica e razão. Como sabemos o período da “Grande Tribulação” será um curto tempo de sete anos divididos em dois outros períodos de 42 meses cada, que, segundo a interpretação dispensacionalista, que engloba a maioria dos cristãos, iniciar-se-ão logo após o arrebatamento (depois da Igreja presenciar grandes flagelos – Mateus 24). O primeiro período será marcado por paz e o segundo por grandes tensões e guerras, nos quais o anticristo ostentará um domínio econômico, político e também religioso que influenciará todo o planeta.

                           É bem verdade que quando as nações  mais influentes passam por crises financeiras logo o burburinho apocalíptico se aflora, isso ocorreu na época do movimento protestante, quando Lutero atribuía à figura papal a imagem da besta, ocorreu na época que o Império turco-otomano dominou a Europa, atribuíram também a Hitler o papel do anticristo, também à extinta União Soviética, na época da Guerra Fria e agora muitos acreditam que pela influência da Al qaeda algumas nações detentoras do petróleo, que move a economia mundial, formarão o eixo que sustentarão o governo do anticristo. Não há qualquer pecado em se tentar esquadrinhar as profecias e tentar enquadrá-las aos fatos contemporâneos da geração em que ocorrem, o problema está em se fazer afirmações categóricas antes que se tenha uma prova incontestável da parte de Deus.

                     Devemos ensinar Apocalipse nas igrejas porque posso afirmar que a grande maioria dos fiéis cristãos não sabem nem a metade dos assuntos que estamos tratando nesta matéria e como ninguém tem a plena certeza de que estará no arrebatamento ou fará parte dos remanescentes, mais que necessária se torna a compreensão e o estudo e ensino de todas as interpretações, para que chegando os fatos e os sinais se possa compreendê-los completamente, não só para sua própria sobrevivência ou salvação, mas principalmente para levar àqueles que estão longe da fé este conhecimento e assim possam, à tempo, se achegarem aos caminhos do Senhor e se for o caso, terem uma segunda oportunidade de salvação após o arrebatamento, quando então o chamado não mais será feito mediante o amor, mas pela dor.

                          Quanto aos que já estudam rotineiramente os fatos escatológicos é aconselhável que sejam flexíveis em suas interpretações, considerando todas as implicações decorrentes de cada uma delas, como por exemplo, onde será a sede do reino milenar, se a Igreja arrebatada retornará à terra para reinar com Cristo ou serão apenas os salvos da Grande Tribulação, compreender que a terra não será destruída, pois como prova da promessa que isso não ocorrerá Deus pôs sobre seu trono o arco da promessa (Ezequiel 1:27-28), (Gênesis 9:9-17).

 

 

     



 

 

 

 

Nestes livros o Pastor David Dyer aponta um líder da Al Qaeda como o anticristo e os USA como a Grande Babilônia

 

 

http://www.graodetrigo.com/MP3/David_Dyer_Sabado.mp3

  Neste link acima o pastor David Dyer fala sobre a sua visão das duas testemunhas como um grupo de pessoas e não dois homens com um só corpo (dna). O que os fatos mostram é que SÃO sim dois homens e o grupo de pessoas realmente existe e são 144.000 que pelejarão contra o anticristo juntamente com as duas testemunhas.

 

                   

                               Certamente também alguém se perguntará : Porque eu devo estudar o apocalipse, se não frequento nenhuma Igreja? A resposta é muito simples – por que ninguém no planeta terra estará imune aos acontecimentos, ou seja, não haverá lugar algum no qual não se ouvirá as notícias de que realmente tais acontecimentos se referem ao cumprimento das profecias bíblicas.

                        Alguém ainda dirá: Eu não acredito nestas coisas, isso é coisa de loucos fanáticos, para estes restam além dos fatos que testemunharão, as palavras do próprio Deus que se encontra em 1 Corintios 1:25, que diz: “A loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria dos homens e a Sua fraqueza mais forte que os homens” e também no Evangelho de Marcos 13:31, onde disse: “Passarão céus e terra, mas as minhas palavras não passarão!”

                                                Dissemos no início desta matéria que para compreendermos os sinais, deveríamos identificar as nações onde os mesmos ocorrem, contextualizando com as profecias bíblicas. Vejamos esta profecia para os tempos finais que dizem respeito ao atual estado do Irã e que se encontra em Jeremias 49:35-39: “A palavra do Senhor, que veio a Jeremias, o profeta, contra Elão, no principio do reinado de Zedequias, rei de Judá, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que eu quebrarei o arco de Elão, o principal do seu poder. E trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro cantos dos céus, e os espalharei na direção de todos estes ventos; e não haverá nação aonde não cheguem os fugitivos de Elão. E farei que Elão tema diante de seus inimigos e diante dos que procuram a sua morte; e farei vir

sobre eles o mal, o furor da minha ira, diz o Senhor; e enviarei após eles a espada, até que venha a consumí-los.

                            E porei o meu trono em Elão; e destruirei dali o rei e os príncipes, diz o Senhor. Acontecerá, porém, nos últimos dias que farei voltar os cativos de Elão, diz o Senhor.


                               No mapa abaixo (em vermelho)  estaca-se o antigo Elão, onde onde hoje se localiza a central nuclear iraniana na cidade de Bushehr, que enriquece urânio capaz de fazer armas nucleares.


 


                           Como esta profecia ainda não se cumpriu, somos levados a entender que fatos proféticos ocorrerão de modo que este país composto por muçulmanos extremamente ortodoxos entendam e convertam seus corações ao Senhor, rendendo-se à divindade de Jesus Cristo, muito provavelmente travarão uma guerra contra Israel, contra quem já lutou outras vezes na antiguidade, serão espalhados pelas nações da terra e durante o reino milenar Jesus os farão retornar à sua terra.






 esta postagem está sendo editada                  


                                          

      






 
 
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