Cristianismo e Islamismo: perspectivas imediatas (parte VIII)

          ATENÇÃO: Esta é uma série de estudos, por isso sugerimos que leiam esta série sequencialmente para que acompanhem o desenvolvimento do raciocínio que pretendemos levar aos nossos leitores. você encontrará os links desta série ao final deste texto. Obrigado

                    Graça  e paz ao Povo de Deus em toda a terra!

             Neste oitavo estudo desta série vamos abordar os principais pontos que separam cristãos e muçulmanos, sendo que o primeiro, sem qualquer dúvida é o conceito prévio de ambas as partes de que a outra religião é herética, uma vez que se desviam daquilo que está determinado no Velho e Novo Testamento e isso se deve, em grande parte, pelas desavenças havidas em tempos passados entre estas duas grandes religiões, cujo rescaldo permanece até aos dias de hoje. Contudo aos homens sensatos e honestos destas religiões há hoje motivo de grande júbilo, uma vez que O Senhor da Terra providenciou dois juízes, aos quais dotou de grande poder, com a autoridade de “medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram” (Apocalipse 11:1-6).

              Quanto aos cristãos, não temos sido omissos em apontar as inúmeras heresias que motivou a fragmentação do cristianismo em mais de cinquenta e cinco mil denominações diferentes ao redor do planeta e a introdução de diversos elementos estranhos à originalidade do Evangelho e o poder e autoridade que foram concedidas às duas testemunhas foram demonstradas às denominações que testemunham sua existência, inclusive experimentando na própria carne parte dos flagelos por estes julgados e expedidos.

               Conforme foi dito na sétima parte desta série de estudos, a (ou as) duas testemunhas já têm conhecimento dos diversos erros de interpretação que ainda são mantidos pelas lideranças islâmicas e da mesma forma que pelos erros das lideranças cristãs a igreja foi assolada com flagelos, o mesmo poderá ocorrer ao islã, caso suas lideranças não hajam com sabedoria, sensatez e honestidade: no versículo 6 de Apocalipse 11 está escrito que estes dois profetas do Senhor têm autoridade para converter água em sangue, deste modo, convém que as autoridades islâmicas não repitam a insensatez e arrogância do Faraó Ramsés, que desafiando o Deus Onipotente, viu as águas do Nilo transformadas em sangue e todas as outras  nove pragas que vieram depois destas, sacrificando sobremaneira a população egípcia, que não pôde opinar.

             As duas Testemunhas dão também testemunho do quanto o Senhor contrista o Seu coração quando estes lhe pedem autorização para afligir a terra, a bem da verdade estes próprios se contristam, contudo têm uma séria missão a cumprir e a farão com todas as armas que lhes foram entregues pelo Soberano Deus e Seu filho, o Senhor da Terra, o Messias que veio e voltará, Jesus, O Cristo. Abaixo está um link de um vídeo no qual um clérigo islâmico apresenta as principais diferenças entre cristãos e muçulmanos, contudo também revela o quão cegas e equivocadas estão as autoridades desta religião.

                Neste vídeo acima um religioso muçulmano, ao ser indagado por uma jornalista católica quanto às interpretações islâmicas a respeito do cristianismo, este, citando diversos versículos bíblicos acaba por revelar a falta de compreensão a respeito do Evangelho de Jesus, assim como também as divagações meramente humanas de alguns religiosos desta religião, configurando-se como os cegos que guiam outros cegos (Mateus 15:14, Lucas 6:39).

         O clérigo deste vídeo mostra em suas pontuações bíblicas, que os cristãos não seguem o Evangelho genuíno deixado por Jesus, mas o deturpa e o desobedece, diferentemente dos muçulmanos, que acreditam no Seu nascimento sobrenatural, nos Seus milagres, que foi o Messias prometido que voltará, contudo mostra também que não compreendem a totalidade de Sua missão, tampouco no Espírito Santo Prometido (O consolador, que convenceria o homem do erro e do pecado).

             Este religioso afirma que Jesus jamais se proclamou como Deus, conforme os cristãos O vê na Santíssima Trindade, também não mostra crer que o Espírito Santo derramado em Pentecostes seja o consolador prometido, que nos convenceria da verdade, induzindo-nos a crer que este consolador tenha sido Maomé. Dentre outras coisas secundárias, que se referem a uso e costumes, tais como comer carne de porco e ingerir bebida alcoólica, certamente o fato de não crer na plenitude de poder que foi dado a Jesus após sua ressurreição, retornando ao Seu lugar de glória e também no papel fundamental do Espírito Santo, que ouve até mesmo os gemidos inexprimíveis de nossa alma, são os erros mais graves nos quais a liderança islâmica se estriba e com os quais confrontam ao Deus Criador, em quem jura fundamentar sua fé; em Jesus, em quem afirma crer e também às duas testemunhas, cujas existências sobrenaturais só se explicam pela ação de Deus e Seu Verbo Divino e cuja missão é medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram.

    A testemunha tem apontado os diversos sofismas indevidamente agregados ao Evangelho de Cristo por homens com pouca ou nenhuma inspiração divina e do mesmo modo fará ao islamismo, uma vez que esta religião jura crer no mesmo Deus Único e Criador dos judeus e cristãos, submetendo-se plenamente à Ele! Pois bem, então é chegada a hora em que esta fé islâmica deve ser provada, é hora dos muçulmanos mostrarem que são de fato a grande nação que Deus prometeu a Ismael e não um ardil satânico destinado a confundir a genuína fé judaico-cristã.

            Da mesma forma que recomendamos às lideranças cristãs e judaicas, o mesmo faremos às lideranças islâmicas, pois não apraz à Deus, à Jesus glorificado e tampouco às testemunhas ferir as terras e águas das nações muçulmanas, sacrificando suas populações, tal como já fizeram às nações ditas cristãs. Desta forma, não apenas chamamos as lideranças muçulmanas à responsabilidade que lhes cabem mas também ao devido temor e tremor ao Soberano Deus e ao Seu Verbo Divino, Jesus, o alfa e o ômega, que veio, voltará e regerá a terra com cetro de ferro, trazendo paz, justiça e equidade.

            Que Deus e o Espírito Santo por Ele enviado ilumine e dê a necessária sabedoria aos povos islâmicos e às suas lideranças.

          

              Por Nelsomar Correa, em 06 de setembro de 2015.

              Para melhor compreensão deste estudo, pedimos que leiam a série completa, que pode ser acessada por meio destes links:

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