Testemunhas e Profetas

                    A graça e a paz Igreja de Deus em toda a terra!

            O motivo que moveu este autor a criar esta página e escrever este estudo se deve ao fato da percepção de que alguns religiosos ainda não tiveram a exata compreensão do ministério que cabe às duas testemunhas exercer, excepcionalmente por três anos e meio, quando empreenderão forte embate junto ao anticristo. 

                  Conforme está escrito em Apocalipse11:7 (E quando acabarem de dar o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e as vencerá, e as matará.), se presume que durante os 42 meses em que profetizarão especificamente sobre coisas concernentes ao preparo da Igreja para o encontro com Jesus e também convocando os povos gentios à conversão a Ele, que em poucos dias instalará na terra o seu reino milenar, ambos estarão juntos e plenamente coesos e seguros quanto ao que em breve estará preparado para si. Ocorre Igreja, que estes 42 meses estão num tempo futuro que ainda não foi revelado por Deus, porém não é por isso que estes, cujas identidades foram reveladas no ano de 2005 não devem ou podem testemunhar e profetizar coisas atinentes à Igreja em que assistem ou para a Igreja de Deus, como o corpo de Cristo sobre a Terra.

                  Assim como Jesus teve uma infância, adolescência e juventude antes do seu ministério que durou também cerca de três anos e meio, o mesmo ocorrerá com as Duas Testemunhas. Assim como Jesus pregava nas sinagogas desde sua infância, antes do início do seu curto ministério, estando assim sendo preparado para o momento crítico da sua missão, o mesmo também ocorre com os dois profetas e testemunhas do Cordeiro de Deus, não exatamente pregando em Igrejas, mas familiarizando-se com os dons que gradativamente lhes serão entregues e explanando-os à Igreja. A família de Jesus, assim como seus pais foram previamente preparados para receber o messias, porém isso não ocorreu com as testemunhas de uma maneira tão evidente como ocorreu com Ele; pequenos sinais foram enviados por Deus aos pais de pelo menos um deles, como uma luz e visões a esta testemunha desde sua infância, mas não uma mensagem clara. O texto de Apocalipse 10:4 reflete bem esta situação: o cenário estava sendo preparado, mas a mensagem (a voz) ainda não podia ser revelada, e isso amados somente ocorreu no dia da revelação de suas identidades, quando uma potente e suave voz vinda do céu foi ouvida no ginásio, diante de mais de três mil pessoas. 

                  É bem verdade que a vida de Cristo antes do seu ministério é motivo de muitas curiosidades por parte dos cristãos, embora algumas coisas que atestavam sua unção neste período tenham sido publicadas nos evangelhos. Visões ocorreram  e profecias foram proferidas por esta testemunha desde sua infância e estas desde então têm mostrado o que Jesus espera de sua noiva (a Igreja) para o tão esperado encontro. Neste aspecto é de inteira importância compreendermos então o real significado de sua missão por meio destas duas importantes palavras: Testemunhas (visão) e Profetas (profecias).

                   O que devem testemunhar as testemunhas? Esta é realmente uma pergunta que tem feito muitos teólogos coçarem as suas cabeças, mas na verdade isso não é algo extraordinário de se entender. Vejam só: para que Jesus emergisse e tivesse a credibilidade para o início de seu ministério, não apenas Ele, mas também o povo foi preparado para isso, caso contrário seria um estranho falando coisas para pessoas que por ser Ele desconhecido, não lhe dariam ouvidos. De Igual forma foi necessário que as duas testemunhas fossem reveladas em meio a grandes sinais para que ficasse claro que realmente são quem são (Leia o texto: As duas testemunhas na página http://asduastestemunhas.blogspot.com.br/), mas a revelação de suas identidades não dá início ao Ministério Crítico  que ocorrerá no final dos tempos e sim lhes habilita a falarem como tais, a testemunharem e a profetizarem coisas que prepare a Igreja para os dias deste Ministério Crítico.

                O testemunhar decorre de visões que lhes são dadas por Deus, seja dos flagelos que imprimiram e imprimirão sobre a terra ou seja de fatos doutrinários e comportamentais dentro da Igreja, ou seja, Deus se preocupa com as coisas grandes sem se esquecer das pequenas, Ele age no macro e no micro. As coisas grandes ocorrem para a conquistas de todos os povos da terra e as pequenas para o adorno da noiva para o encontro com Jesus. O testemunhar é deixar expresso em palavras escritas e faladas que é Ele mesmo quem está fazendo tais coisas e esclarecer os motivos, assim as testemunhas podem sim dizer por quem, como, quando e porque estão sendo usadas, mesmo que não tenham qualquer cargo eclesiástico.

                 O fato de não terem cargo eclesiástico é também o motivo de muitos questionamentos por parte de alguns religiosos, mas isso já foi explicado diversas vezes e também não é difícil de se compreender: o que ocorre é que as duas testemunhas estão debaixo de um jugo diferenciado de qualquer outro cristão, incluindo todos os que possuem cargos eclesiásticos, ou seja, a estes foi dada uma espécie de Licença para que possam dar o seu testemunho e isso inclui causar flagelos sobre a face da terra, flagelos estes que ocasionam milhares de mortes e também decretar a própria morte de alguém que esteja influindo negativamente para o bom andamento do seu ministério, mesmo que não tenha chegado os dias do Ministério Crítico. No afã de se construir um bom entendimento com a Igreja, a exigência de ser testemunha e possuir um cargo eclesiástico já lhe causou grande conflito espiritual e psicológico, devido ao grande contraste entre sua missão e a de um ministro do evangelho, pois um sacerdote além de não poder matar ninguém deve ensinar que este é um dos piores pecados que um cristão possa praticar, mas como poderá a testemunha pregar isso, se é sabido que tem a Licença para decretar mortes e flagelos?


                    O vídeo abaixo apresenta uma animação onde o autor mostra em detalhes, uma visão bastante próxima daquilo que também compreendemos, excluindo a parte em que vêm à terra como adultos, pois, como já informamos no texto “A morfologia das duas testemunhas” estes nasceram de mulheres.

                Vamos explicar melhor esta questão: nenhum dos dois que foram identificados como testemunhas nunca sujou nem sujará suas mãos para matar ninguém, contudo, no exercício de seu ministério estes têm a autoridade de liberar nos céus tais flagelos e mortes, sem a necessidade de fisicamente executá-los, mas isso, por si só já é o suficiente para causar um sério conflito de identidade e para não lhes causar consequências espirituais e psicológicas Deus esclareceu à Igreja que estes são o que são, ou seja, são as duas testemunhas, com a unção diferenciada que lhes foi entregue para executar sua missão. O teólogo e escritor Norman Russel Champlin, além de outros, como J. Hampton Keathley III, detectaram a independência espiritual entregue às duas testemunhas e assim disse

Champlin em sua obra Novo Testamento interpretado versículo por versículo no que se refere às duas testemunhas: “Estes dois homens vertem azeite sobre suas próprias cabeças”. 

          Esta característica foi detectada por alguns membros da Igreja em que um deles assiste e assim concluíram: “Quando ficamos alguns dias sem ir na Igreja nos sentimos abalados e famintos espiritualmente, mas este se mostra íntegro física e espiritualmente” e outra pessoa disse também: “Parece camelo que  pode ficar muito tempo sem beber água”, referindo-se também quando passam dias sem ir à Igreja, obviamente em suas meditações.

            As testemunhas não necessitam obrigatoriamente comunicar à Igreja quando afligir a terra com flagelos ou outro ato concernente à sua missão, mas como identificou J. Hampton Keathley III em seu estudo sobre as duas testemunhas, esta missão consiste em medir o altar do santuário de Deus com uma cana, cuja palavra original em grego é kalamos, que é uma espécie de cana nativa no vale do Rio Jordão, que alcança cerca de dez metros de extensão, logo conclui que esta é uma tarefa que estes dois profetas devem fazer em conjunto com a Igreja, e tal medição se faz necessária para que a noiva esteja adequadamente ornada para o encontro com Seu Noivo – Jesus. (Veja o link: Ornando a noiva).

             Como profetas e testemunhas de Cristo, os dons que lhes foram entregues, além dos dons de maravilhas (espírito agindo sobre a matéria), como os de visão e profecia devem ser compreendidos pela Igreja como ferramentas do adorno que o Espírito Santo pretende efetuar na mesma e nunca como meio de constranger alguém, por isso mesmo, embora possam falar sobre qualquer assunto que lhes mandar este espírito santo, esta

mensagem sempre trará conforto e nunca amargura. Notem bem isso, conforme foi dito acima, embora lhes fora dado licença para causar flagelos e mortes, isso não faz, não fez e nem fará com que estes profetas sejam assassinos e da mesma forma se profetizarem sobre furto, adultério, pedofilia e homossexualismo dentro da Igreja, como, de fato, ja fez, isso, obviamente deve ser interpretado como uma reflexão do caráter de Deus, que em breve ceará junto  ao Seu povo.

                 Para ilustrar o parágrafo acima quero relatar uma profecia que foi entregue pelo espírito santo a uma das duas testemunhas e por meio desta a membros da Igreja em que este assiste e de outra igreja para a qual a profecia foi dirigida: Dois pastores da Igreja em que assiste se dirigiram aos familiares deste profeta-testemunha para saberem sobre a decisão deste em fazer exame de compatibidade genética com seus progenitores, isso  devido às questões morfológicas intrínsecas às duas testemunhas (veja o texto “A morfologia das duas testemunhas na página http://asduastestemunhas.blogspot.com.br/), e tendo neste dia entregue um juízo de flagelos sobre determinada nação, foi-lhe dada a visão de um rosto ensangüentado em um jornal e acima da foto a palavra pedofilia, foi-lhe também dado que visse o nome da pessoa que estava na foto, e tendo este perguntado se alguém sabia quem era esta pessoa e não havendo resposta, foi-lhe informado o nome da mãe desta pessoa e então alguém afirmou que conhecia. Vale  ressaltar que esta testemunha estava em sua casa e foi chamada ao telefone para participar da conversa, a qual foi gravada.

               Passados alguns meses viu-se no principal jornal da cidade a manchete de que um membro daquela igreja, na qual ocupava um importante cargo era a pessoa cujo rosto estava ensangüentado, pois fora agredido pelos familiares de um garoto excepcional, o qual  era abusado sexualmente por este cristão. Neste dia o Senhor Jesus mostrou que tanto se preocupa com as questões grandes que envolvem as nações como também se preocupa com o adorno de Sua Igreja. Mas o que deve ser motivo de preocupação é o fato de que naquela profecia, embora tenha sido identificado o destinatário, esta não foi entregue ao mesmo por intermédio de quem a recebeu e o conhecia, já que a testemunha não o conhecia para poder fazê-lo.

              Nos dias em que esta notícia se tornou manchete no principal jornal da capital brasileira, quem recebeu a profecia e conhecia aquela pessoa que exercia um importante cargo na igreja, dirigiu-se à testemunha testificando o cumprimento da profecia e quando o profeta perguntou-lhe o motivo de não tê-la entregue esta respondeu que ficara constrangida de entregar uma mensagem tão  difícil e que jamais imaginaria que tais coisas pudesse ocorrer com uma pessoa que exercia tão importante função na igreja.

                Amados, pode ser que as testemunhas tenham a liberdade de determinar flagelos e mortes, mas uma profecia jamais  procederá de si mesmos, logo está patente que o homossexualismo e pedofilia na igreja é motivo de grande preocupação da parte de Deus. Este fato, entre outros motivaram este autor a escrever dois textos sobre este assunto, que podem ser lidos na página: http://propostafinal-amaodedeus.blogspot.com.br/p/noticias-cristas.html.

                  Embora este profeta tenha falado de forma bem clara e  ilustrativa do modo como o cristão é afligido pelas setas satânicas que buscam atingir o povo de Deus com este mal, algumas vozes se levantam para protestar, afirmando que não se deve tratar deste assunto na igreja, contrariando a vontade de Deus expressa neste fato acima relatado. Felizmente o espírito santo tem levantado pastores que têm tratado deste assunto com eficiência e hoje psicólogos cristãos buscam o direito de tratar pessoas que espontaneamente buscam ajuda para este caso em seus consultórios (vejam o link: http://marisalobo.blogspot.com.br/.

                    Buscando identificar as causas que levam algumas pessoas a se oporem ao trato deste assunto na igreja, pôde se identificar estas: desconforto, tabu, amizades e até mesmo políticas. Algumas pessoas se sentem desconfortadas a tratarem deste assunto com pessoas com quem possuem afinidade, outras  temem por estas pessoas possuírem cargos na igreja, outras simplesmente se envergonham e outras, para surpresa geral, não  querem que se trata destes assuntos na igreja devido à linha política  do partido político ao qual estão ligadas e desta forma, muitos filhos de Deus são tragados por este mal e temos visto pastores homossexuais criarem as chamadas “Igrejas Inclusivas”, que se multiplicam pelo mundo e mesmo Igrejas tradicionais estão se rendendo e realizando casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Infelizmente o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, conhecido entre os evangélicos como cristão, se mostrou favorável à união homoafetiva, mas felizmente se retratou a tempo de provocar um mal maior e isso deveria servir de exemplo para quem confunde as coisas de Deus com as deste mundo.

            Testemunhas e profetas, uma árdua missão para quem, com a visão de implementar uma nova era de conhecimento para a humanidade, conhecimento este vindo do trono de Deus, além de zelar pela compreensão e entendimento de seu ministério, é  também dado a zelar de suas atividades cotidianas seculares e familiar. Que o Senhor Jesus abra o entendimento de Seu povo e abençoe este ministério!

Por Nelsomar Correa, em 12 de dezembro de 2013, às 12:56 hs

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