O Segredo de Deus

   Amados irmãos e irmãs,

 

        Há muito queria levar à Igreja de Deus esta mensagem, porém, devido ao seu conteúdo um tanto complexo e também devido à repercussão que a mesma já proporcionou na Igreja que primeiro a recebeu, por se tratar de parte do “segredo” que Deus quer revelar ao Seu povo (Apocalipse 10:7). Confesso que tenho travado uma batalha ferrenha contra o arqui-inimigo da Obra do Senhor, que a todo custo a tem retido, por isso mesmo peço que antes de iniciar esta leitura façam uma oração e peçam ao Pai Celeste que afaste toda interferência maligna que possa lhes roubar a atenção ou confundi-los. O texto é um pouco extenso, mas tenho certeza que vale a pena ler.

         Primeiramente precisamos entender que o capítulo dez de Apocalipse é como uma introdução ao capítulo onze, assim, para se entender o desenrolar do capítulo onze há que se compreender o que Deus quer revelar sobre o seu segredo citado no versículo sete do capítulo dez. Para que desenvolvamos um raciocínio lógico será necessário, durante o desenrolar desta tarefa, deixarmos de lado todo o sentido de vida humano e adentrarmos à dimensão existencial de Deus, se é que todos podemos fazer isso; que certamente é substancialmente maior e mais dinâmica do que a nossa limitada condição humana. Como o capítulo onze trata do ministério das duas testemunhas e os fatos decorrentes do mesmo e já sabendo que o versículo dez é uma introdução a este capítulo, então é lógico concluir que este segredo de Deus será revelado por intermédio deste ministério, logo partamos para os fatos: ao relatar uma breve história relativa à vida de uma das testemunhas (link: as duas testemunhas) poderemos ao final chegar a uma conclusão concreta sobre cada palavra deste versículo, pois desde antes de ser gerado, Deus tem trazido sinais a seu pai de que algo sobrenatural passaria a fazer parte daquela família e assim, segundo seu relato conhecido de toda a família, num dia em que estava no campo viu no céu um sinal, como uma luz cujo formato era semelhante a um pé de milho e isso lhe impressionou de tal forma que mesmo quando narrado por si após quarenta anos é possível perceber em suas palavras o impacto que sentiu, e neste tempo todo ninguém imaginava do que se tratava.

          Nasceu desta família cinco filhos, sendo a primeira menina e os demais meninos, e o quarto filho do casal, com o decorrer do tempo passou a ter experiências semelhantes, além de que desde cedo apresentava o dom de revelação (a palavra grega apocalipse significa revelação), contudo Deus quis que tudo que lhe era dado ver imediatamente este comunicasse a outras pessoas para que também pudessem ver. Entre outros fatos, por volta dos nove anos, após brincar de futebol com os amigos e estando muito cansado, deitou-se no gramado com a face para a abóbada celeste e olhando para para o céu límpido percebeu um ponto  exatamente na sua vertical, continuou olhando para ver se desaparecia, mas como continuava bem saliente chamou os demais garotos que ficaram impressionados e estes chamaram alguns adultos, que também viram e impressionaram-se; e durante uns três dias deitou-se no mesmo lugar para observar aquele ponto e este ali permaneceu até que depois deste tempo nunca mais ninguém o viu.

           Algum tempo depois sua família mudou-se e quando andava pelo bairro e pela cidade, por algumas vezes era chamado por pessoas desconhecidas, que se diziam evangélicas e afirmavam que Deus o tinha escolhido para uma importante obra do seu reino e que este deveria buscar a sua palavra e o seu caminho, mas devido à sua pouca idade achava tudo aquilo muito confuso. Seus pais se separaram quando tinha onze anos e isso lhe trouxe tristeza, pois sentia a falta do pai, que muito elogiava o seu comportamento e as notas na escola.

          Desde o início dos sinais Deus nunca permitiu que ele se esquecesse dos fatos, que passou então a relacionar um ao outro, ou seja, os sinais visuais estavam ligados às palavras emanadas dos desconhecidos que Deus lhe enviava. 

            Tendo chegado o tempo de alistar-se nas Forças Armadas, optou por servir a Aeronáutica, pois morava em Anápolis, onde existe uma Base Aérea e próximo ao aeroporto civil, que visitava constantemente para conhecer as aeronaves e conversar com os pilotos. Assim que terminou o curso para soldado em Brasília foi transferido para o COMDA – Comando de Defesa Aérea, onde aproximou-se de alguns evangélicos que faziam um culto semanal e também passou a conhecer todo o sistema de Defesa Aérea, pois trabalhava na estação de telecomunicações, responsável pela transmissão de mensagens de operações militares, de sobrevoo de aeronaves estrangeiras, criptografadas, meteorológicas e de tráfego aéreo militar, além de conhecer os melhores pilotos, que comandavam os caças supersônicos. Passados dois anos fez um curso interno e foi transferido para trabalhar no aeroporto de Brasília, também operando nas estações de telecomunicações da torre de controle e das salas de tráfego civil e militar, que eram subordinadas ao Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo – CINDACTA1.

          Seu sonho era cursar engenharia, mas como na época este curso só estava disponível em Brasília durante o dia, concluiu que como precisava trabalhar, este sonho não poderia ser realizado e optou por tornar-se piloto civil. Após o curso básico teórico de seis meses foi aprovado para fazer as aulas práticas, e no seu segundo voo solo teve uma experiência impactante: estava bastante seguro quanto à sua pilotagem, fazia manobras semi acrobáticas como estóis e chandeles, quando algo inusitado ocorreu: embora mantivesse a altitude própria para manobras que é de dois mil pés percebeu que a base das nuvens descia velozmente, quando tinha aprendido em meteorologia que as nuvens cresciam para cima e para os lados e mesmo tendo descido a altitude mínima de mil pés se viu entre grandes nuvens cumulus, e como os estudos e o trabalho o fez afastar-se da comunhão cristã, demorou um pouco para pedir ajuda divina, pois esta era apenas a segunda vez que pilotava só. 

        Vendo-se dentro de um algodão fixou-se no horizonte artificial da aeronave para mantê-la nivelada e no altímetro para não descer a uma altura de risco,  procurando uma brecha na nuvem, que não aparecia e então seguia reto até que avistou o teto reluzente de um galpão e lá se localizou e retornou ao aeródromo com cerca de doze minutos de atraso. Hoje entende que Deus se utilizou deste expediente para trazê-lo de volta à sua comunhão e aos Seus propósitos para sua vida, conforme fartamente lhe falara os servos, os profetas (Apocalipse 10:7). Após este alerta Deus passou a enviar-lhe sinais cada vez mais expressivos, e tendo já brevetado e feito várias navegações, cursava Regra de Vôos por Instrumentos (IFR) quando em visita à casa de sua mãe em Anápolis-Goiás-Brasil, em novembro de 1989, por volta das 22:00 horas, estando vendo televisão na sala, o aparelho passou a emitir um barulho estranho e deficiência no sinal e sentia como que uma onda intermitente no ar e foi compelido a seguir para detrás da casa e olhando para o céu percebeu uma luz arredondada à cerca de dois mil pés que fazia evoluções em suas bordas, ficou pasmo, porém tentando dar uma explicação meteorológica ou de tráfego aéreo, não encontrava respostas para o fato, e viu que ela diminuía de tamanho como se elevasse e retornasse àquela altitude, voltou à sala para ver se era isso que afetava o sinal da televisão mas percebeu que o problema continuava; chamou então a seu irmão que dormia num quarto e quando ambos se dirigiram para detrás da casa viram que a luz seguia em sentido norte e atrás da mesma duas pequenas luzes, das quais em determinado momento partiram feixes de luz em direção à maior que ia à frente em alta velocidade. Alguns dias após viu uma entrevista de oficiais daquela base aérea afirmando que seguiram uma luz naqueles dias e dispararam foguetes contra ela.

            Após aquele fato passou a perceber alguns “fenômenos” que passaram gradualmente a compor o seu ser: percebia que o seu espírito podia agir sobre coisas físicas e experiências tais como estender as mãos e fazer o chão tremer, elevar pessoas e coisas segundo o mover de suas mãos e soprar e mover pessoas e coisas a mais de quinze metros de distância, tudo segundo a permissão de algo espiritual, que com o decorrer das revelações constatou-se ser Jesus. Como se dedicava integralmente ao trabalho e estudos, ficou um bom tempo sem congregar, embora isso não impedisse que Deus continuasse a lhe enviar os Seus profetas a ministrar-lhe, sempre confirmando que o que lhe sucedia era da parte de Deus, porém ainda permanecia o mistério. Em meados do ano de 1993 estando só em seu local de trabalho no aeroporto de Brasília, ao adentrar à sala um de seus colegas de trabalho, este assustou-se, chegando a ficar um pouco pálido e perguntando-lhe o que ocorria, este disse que o viu envolto em uma luz branca e sendo ele evangélico, convidou-o a conversar com o seu pastor, porém este continuava a evitar o retorno à Igreja. Este rapaz comunicou este fato aos demais colegas evangélicos e estes então passaram a interrogá-lo e aconselhá-lo a frequentar a Casa do Senhor.

          Ainda no ano de 1993 ocorreu-lhe a oportunidade de abrir uma empresa, pois a instabilidade econômica do país promoveu um achatamento salarial nos salários públicos e a aviação é o setor que primeiro sente os efeitos de uma crise econômica e assim abriu uma sociedade com um colega piloto que estava desempregado, cujo nome, emblematicamente, era Jesus, e o ramo da atividade comercial era a venda de alimentos feitos à base de milho verde, muito apreciados no Brasil. Em menos de um ano havia comprado a parte da sociedade do amigo e aberto uma filial, dado à receptividade dos produtos e isso foi uma benção para a família (será que não era esse o significado do sinal que seu pai vira no céu?). Imaginou então que poderia enveredar-se no ramo comercial e no ano de 1995 resolve deixar a Força Aérea em janeiro deste ano. No mês de junho do mesmo ano, por volta de 23:45 retornando de um bairro onde foi conversar sobre a contratação de uma nova funcionária indicada por uma outra que o acompanhava no veículo, pela via que ligava o setor chamado Candangolândia e o bairro onde ficavam as lojas, na altura de uma escola de equitação, passou a perceber no céu uma luz que fazia evoluções, partindo de uma posição vertical até ficar totalmente horizontal, como que querendo chamar a atenção para si; seguiu lentamente observando esta luz e a mostrava para a moça que o acompanhava até que chegou na entrada do outro bairro, onde estacionou o veículo e ligou para a torre do aeroporto, onde já havia trabalhado, pois sabia que dali poderiam ter contato visual com a mesma; ligou para os dois números que tinha, mas um número estava sempre ocupado e o outro chamava e não atendiam, então resolveu ligar para o controle de tráfego do Cindacta 1, ou o Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo e tendo o controlador atendido apresentou-se como piloto e ex-militar daquela unidade e informou-lhe o que ocorria e este solicitou-lhe que informasse exatamente sua posição no solo, dizendo que faria uma “varredura” para localizar a “luz”, e respondeu ao controlador que se encontrava ao lado do seu veículo na entrada do bairro, e este então pediu-lhe que informasse a cor do seu carro e informou que era preto, talvez por ser noite tinha dificuldade de avistá-lo, a partir daí solicitou-lhe que indicasse a direção em que avistava a luz e tendo lhe informado ouviu um sinal de espanto ao telefone e também que aquele controlador chamava um colega de equipe para testemunhar o que via e disse que havia avistado e que aquele fato seria registrado no livro de ocorrências daquele controle.

               Após entender que havia cumprido com seu dever como ex-operador do sistema de proteção ao vôo, disse à moça que iria com o veículo aproximar-se o máximo possível da luz e convidou-a, e esta meio assustada aceitou. Ao retornar adentrou em uma rua de cascalho que levava a algumas chácaras próximo ao Córrego Guará e posicionando o veículo em direção à luz faz sinais intermitentes com os faróis e a luz em resposta reduzia e aumentava sua intensidade e fazia evoluções que variava de uma posição vertical e lentamente passando a um filete horizontal até praticamente desaparecer e alternadamente a um formato mais grosso ao centro e afilado pelas bordas. Fixou atentamente o olhar na luz e olhando de soslaio para a moça percebeu que ela estava pálida e trêmula e pelo para-brisa do veículo percebeu que seu corpo estava envolto em uma luz branca, então disse à moça que se deslocaria até a saída da cidade, pois havia sentido uma compulsão para isso e esta com o corpo enrijecido e sem conseguir articular palavras balança a cabeça respondendo negativamente. Percebendo que a moça não passava bem, resolve deixá-la em casa e ao retornar só para a saída do bairro, vê que dois caças supersônicos sobrevoavam o espaço aéreo local.

         Passados alguns dias, teve de ir ao Cindacta 1 a fim de resolver pendências em seu processo de desligamento e foi-lhe informado que o comandante da unidade queria conversar consigo. Tendo dirigido até a sala do comandante percebeu que na mesma estavam presentes diversos oficiais superiores e um capitão com quem havia trabalhado anteriormente no Serviço Regional de Proteção ao Voo, que lhe pediu que se assentasse à mesa do comandante, informando a este que o convidado era piloto. Percebia-se uma grande curiosidade no semblante dos oficiais e sem meios de iniciar a conversa o comandante pergunta-lhe o motivo de pretender desligar-se da Força Aérea e este informando-lhe os motivos pessoais, que em nada desabona o excelente período em que serviu nesta força, o comandante propõe-lhe o retorno às fileiras militares sem a obrigação de devolver as indenizações que havia já recebido, então percebendo que isso era algo inusitado, compreendeu o real sentido daquela conversa, porém mantendo-se no seu propósito de desligar-se, recebeu deste as recomendações de cuidados quanto aos procedimentos referentes ao que viu, isso também havia sido recomendado por um oficial com quem trabalhava, (estes procedimentos consistia em manter segredo quanto a estes fatos). Com base no que se passou concluiu que os controladores continuaram em sua observação após o seu contato dias atrás e que também registraram o que ocorrera próximo ao córrego Guará.

          Passados alguns dias, um colega controlador de voo da torre do aeroporto de Brasília e membro da Igreja Batista do Cruzeiro, um outro bairro da capital brasileira, que por vezes frequentava uma das lojas, sendo usado por Deus, entrega-lhe a seguinte palavra: “Não se intrigue, o que vistes é da parte de Deus, prepare-se, pois dentro de dez anos será usado para levar uma revelação de Deus à Igreja”. Neste período diversos profetas de Deus lhe enviaram palavras que confirmavam aquela promessa de Deus. No ano de 1997 casa-se e com a chegada de uma filha, passa a perceber que a rotina da loja estava penosa para a família, então resolve mudar para o ramo de materiais para construção, que em um ano resulta em grande prejuízo devido à gestão do gerente, o que lhe obriga a cessar as atividades e então, a esta altura já com dois filhos e sem vislumbrar uma perspectiva que lhe possibilitasse manter o padrão social para sua família, reconhece que não poderia mais prorrogar o cumprimento da vontade de Deus em sua vida e com os materiais que ainda restavam resolve construir mais um andar acima da loja para alugar e isso se mostrou o meio pelo qual poderia dedicar o tempo necessário à obra de Deus e também à família e esta loja é então alugada para uma igreja, na qual resolveu batizar-se e dispor-se à vontade de Deus para que viesse à existência a obra que há muito lhe falavam os profetas. Percebeu que estando congregando Deus teria melhores condições de fazer realizar a obra da revelação que deveria levar ao Povo de Deus, que continuava com a ação dos profetas. 

          Embora Deus estivesse atuando nesta obra através desta igreja neo-pentecostal, o apego aos cargos por parte de alguns pastores, que pretendiam, pelo fato de serem pastores estar na liderança deste ministério fez com que esta igreja fechasse, porém em menos de um mês outros pastores da Assembleia de Deus resolvem alugar a loja, mas pela percepção do ocorrera na igreja anterior, resolve não frequentar esta, embora fosse sempre convidado a tornar-se membro, porém esta não se mantém também e igualmente devolve o prédio e logo outra Igreja, dos presbiterianos aluga a loja, esta parecia mais organizada e era subordinada a uma sede, e embora visitasse eventualmente esta congregação, também não tornou-se membro e é inspirado a construir um outro prédio próximo à sua casa num outro bairro do outro lado da cidade, e desta vez resolve construir uma loja adaptada para se tornar uma igreja, que estaria próximo de sua casa. Durante as obras deste outro prédio é convidado para uma vigília numa chácara de um amigo e nesta vigília o Senhor usa uma serva profeta que confirma tudo o que os outros profetas lhe falavam e diz com detalhes o que seria a revelação que Deus faria através deste (ver o texto  “a morfologia das duas testemunhas” que detalha os fatos ocorridos naquela vigilia  neste link http://asduastestemunhas.blogspot.com.br/).

          A revelação o identifica como um de dois homens muito idênticos, que a profetisa chamou de clones, e lhe foi entregue “espiritualmente” duas pastas pretas e lhe fora ordenado que ficasse com uma e entregasse “espiritualmente” a outra àquele que era, pelas suas palavras “seu clone”. Queridos, podem parecer estranhas estas palavras, mas lembremos que estamos falando do “segredo de Deus” que até aquele momento ainda não lhe fora revelado por completo. Passados alguns dias levou esta irmã até a obra que construía e esta lhe informa que Deus iniciaria ali a obra que há muito lhe vinha informando através de Seus profetas. Terminada a loja, concorda com sua esposa que deixariam a mesma para ser alugada por meio de uma imobiliária sem exigirem que tipo de negócio poderia se instalar ali, porém em obediência à Deus diz ao corretor que o imóvel foi construído para abrigar uma igreja e ambos resolvem que se uma Igreja ligasse pretendendo alugar, que a imobiliária não administraria o imóvel. No segundo dia em que a imobiliária fixou o anúncio no imóvel os representantes de uma Igreja Assembléia de Deus liga afirmando que pretendiam abrir uma Igreja naquela região, que na época era pouco povoada (ver novamente o texto “a morfologia das duas testemunhas).

            No texto “a morfologia das duas testemunhas” é apresentada a revelação que caberia àquele que foi identificado como uma das testemunhas, por intermédio de Cristo, mas ainda não é este o foco desta matéria, mas sim o que devamos entender como o segredo de Deus. Nota-se que falamos de assuntos pouco ou nunca ditos nas Igrejas e por isso mesmo é natural que os achemos estranhos: falamos de luzes no céu, falamos de fenômenos físicos ocorridos a partir de uma ação espiritual, falamos de clones e  das duas testemunhas de apocalipse 11, mas você certamente deve estar se perguntando o que tem tudo isso a ver com um segredo que Deus quer levar à Igreja e que foi revelado à Seus servos, os profetas. Primeiramente vamos procurar entender o que são as luzes que foram vistas por seu pai e por si próprio por duas vezes. Na verdade, esta questão já nos é familiar, pois quando Cristo quis atrair para si aquele perseguidor dos cristãos chamado Saulo, manifestou-se a este em forma de luz e identificou-se como Jesus, a quem perseguia. 

        Aquela experiência foi tão impactante para Saulo, que mudou radicalmente sua vida, começando do seu próprio nome, que passou a chamar Paulo. Paulo, ainda como recém-convertido a Cristo narra outra experiência que lhe foi impactante: diz ele em 2 Coríntios 12:2-6 que havia sido arrebatado não tinha certeza se em espírito ou fisicamente até ao terceiro céu, onde ouviu palavras indescritíveis e prazerosas de quem era digno de glória, mas evitava dizê-las para que não lhe dessem glória. Amados, Deus está enviando sinais nos céus como havia prometido, bem sei que a narrativa sobre as luzes sobre Brasília podem levar a algumas pessoas a imaginar que estamos tentando afirmar que Deus, Jesus e todo o reino celeste pode estar resumido à uma civilização extraterrestre mais evoluída que há milênios coloniza a terra, mas se  você imaginou isso, posso afirmar que está a caminho de cair numa armadilha do arqui-inimigo de Cristo, que nestes últimos dias que lhe restam está armando ciladas em cada esquina do planeta. Devemos contemporizar a experiência de Paulo com o atual estágio do conhecimento em que vivemos, assim, se Paulo tivesse a mesma experiência com a luz que lhe apareceu e ainda fosse conhecedor do sistema de proteção ao voo como uma das duas testemunhas ele certamente teria uma atitude similar, pois estas luzes que são registradas em diversas partes do planeta e catalogadas como objetos voadores não identificados, o que em proteção ao voo significa dizer que, com exceção dos pássaros, qualquer objeto que esteja alçando voo em área com espaço aéreo controlado deva ter autorização das autoridades aeronáuticas, devendo, no caso das aeronaves não experimentais, fazer um plano de voo e dar conhecimento deste à torre de controle do aeródromo e ao centro de controle, em caso de voo em aerovias ou partindo de aeródromos controlados, porém pessoas aproveitadoras tem usado esta sigla que em inglês é ufo (de undentifyed flying objects) para trazer confusão e ganhar dinheiro com publicações fantasiosas, assim, como exemplo, se um vento forte fizer com que um pedaço de plástico grande como estes que cobrem sofás novos levante vôo a uma altitude de voo e for avistado pelos órgãos de controle de tráfego aéreo, isso será catalogado como um ovni, mas há uma outra sigla usada em proteção ao voo, que é fod (de foreign objects damages) ou objetos causadores de avarias, que na prática são mais perigosos, porém poucos os conhecem, mas que são os objetos levados pelo vento ou deixados nas áreas de pátio, táxi e rolamento dos aeroportos, que sugados pelos motores  e hélices dos aviões provocam avarias ou colisões com as aeronaves. 

         A experiência de Paulo como sendo arrebatado está prevista também para o ministério das duas testemunhas (apocalipse 11:12) e também pode ser contemporizada pelo conhecimento científico atual e isso não será para a glória de ambos, mas o que Jesus pretende com isso é preparar sua Igreja, que também viverá esta experiência. No texto de apocalipse 11 foi dado ao profeta e apóstolo João que visse estes dois mártires serem mortos, postos em caixão em praça pública, ressuscitarem após três dias e meio, porem-se de pé sobre seus pés e serem ascendidos ao céu à vista de toda a terra. Primeiramente surge a pergunta do motivo de serem velados três dias e meio em praça pública e a explicação atual é a seguinte: após três dias e meio não há qualquer possibilidade, após constatada a morte cerebral, que alguém volte à vida e em praça pública não haveria qualquer possibilidade de alguém afirmar que houve alguma interferência médica ou cirúrgica que lhes fizesse ressuscitar, assim todos os povos cristãos ou não testemunharão que Jeová é o dono da vida e que Jesus ressuscitou também e certamente, devido à repercussão que ocorrerá com o testemunho que darão em vida, todos os povos os conhecerão e este evento será coberto por diversas redes de televisão, por jornais e como está previsto na bíblia que ressuscitarão e serão ascendidos ao céu isto será uma matéria quentíssima para qualquer revista, jornal e telejornal em qualquer país do mundo e pelo tumulto que haverá, estando em lugar descoberto “a sua” ascensão ao céu será facilitada. 

         Quanto à trajetória ascendente cabe ainda relatar que à medida em que se aumenta a altitude, se diminui a temperatura e se reduz a pressão atmosférica e a quantidade de moléculas de oxigênio no ar, assim, caso não haja uma interferência divina, estes seriam congelados a vinte mil pés caso a temperatura ao nível do mar estivesse a quarenta graus quando então esta atingiria zero grau; a pressão atmosférica se tornando menor que a pressão interna de seus corpos na altitude letal de cerca dezenove mil pés faria com que “seu” sangue saísse pelos poros, além do processo respiratório ser interrompido, pois as moléculas de oxigênio estariam bastante rarefeitas e a pressão atmosférica estaria menor que a pressão interna dos pulmões. 

             A cerca de dez quilômetros de altura inicia-se uma a espessa camada de ar chamada tropopausa, após a qual o gradiente térmico passa a ser positivo, ou seja, o ar aquece a medida em que se sobe até outra camada de ar chamada estratopausa, assim podemos concluir que em condições normais um corpo que ascende, já estará desfalecido antes de atingir a tropopausa e se porventura ainda houver vida neste certamente estará torrado antes de atingir a termosfera. Então com isso podemos concluir que Paulo teria sofrido uma espécie de dopagem divina de maneira que o seu corpo sofresse uma interferência necessária para ter a ascensão agora descrita no caso de ter sido arrebatado fisicamente? A dúvida que ele próprio alegava ter nos sugere algo parecido e a ascensão pública das duas testemunhas certamente será observada pelos órgãos de controle de voo e por agências espaciais, não é verdade? Devemos lembrar que no ato do arrebatamento os salvos estarão de posse de todas as suas faculdades mentais e medos como acrofobia, não evitarão o arrebatamento.

 

 


 Este vídeo do youtube mostra aparições de luzes sobre o Brasil com depoimentos de oficiais aviadores que as seguiram e de um astrônomo, o qual afirmou categoricamente que estas não devem ser confundidas com astros celestes e que as explicações para o fato devem ser buscadas fora da astronomia. 

http://www.youtube.com/watch?v=iT8VuLKOGzE&feature=related


          Fiz questão de publicar este vídeo no qual aparece diversas autoridades aeronáuticas brasileiras incluindo o próprio ministro, para que o povo de Deus entenda que não procuramos tratar de teorias ou suposições, das quais muitos líderes cristãos atualmente fazem uso, mas como sempre, nos primamos pela racionalidade e lógica (link: LÓGICA E RAZÃO, tratando de fatos visualizados por pessoas capacitadas, buscando sua necessária contemporização e seus prolegômenos ante ao conhecimento científico e o cumprimento das profecias finais da Bíblia. 

         Ao final deste vídeo um astrônomo conclui que aquele assunto não deveria ser tratado na esfera da astronomia e quanto aos fatos ocorridos com a testemunha, este, como conhecedor de meteorologia aeronáutica e acima de tudo, como servo do Senhor afirma categoricamente que os fatos por ele vivenciados, não podem também ser tratados na esfera da meteorologia, assim, pelo uso da lógica e da razão, nos cabe perguntar em que ramo do conhecimento humano poderia então serem tratados tais fatos. Vejam bem, o significado da palavra ufologia, tendo como base o prefixo utilizado ufo, que na verdade, não apenas são estudados mas também interceptados, seguidos e quando possível filmados por quem tem as melhores condições para isso, ou seja, aqueles que possuem aparatos supersônicos. Devo dizer que ainda uma grande pergunta fica no ar, que é o motivo pelo qual tanto no caso da testemunha como no caso relatado no vídeo as “luzes” empreendem fuga sem reagir à perseguição, mas a resposta para isso requer primeiro saber o que são e o que pretendem. 

          Amados, sinceramente, não podemos aceitar que sejam apenas focos de luz, pois se se tratasse de um fenômeno da natureza, logicamente deveríamos concluir que estes não teriam decisão própria de fazer evoluções como resposta como no caso da testemunha e muito menos tomar uma direção e velocidade compatível de fuga no caso do vídeo acima, assim podemos concluir que há nestas luzes mentes que tomam decisões e algo que não querem revelar, caso contrário, como se mostram pacíficas, não evitariam a aproximação, não é lógico este pensamento? Então amados irmãos cristãos e bravos colegas aeronautas, peço-vos que pensemos com sensatez, certamente nenhum ramo do conhecimento humano será capaz de dar uma explicação plausível para tais fatos com uma única exceção: uma leitura adequada da bíblia, que embora venha sendo escrita há mais de cinco mil anos, ainda contém muitos mistérios ou “segredos”, que agora com a multiplicação da ciência, não faz nenhum sentido não poder contemporizá-los. 

          Vejamos alguns fatos: Em atos 9:3 está escrito: “E. indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu”: este fato deu início na transformação do ferrenho perseguidor de cristãos Saulo no mais versátil e dinâmico apóstolo de Jesus e naquele momento este cai ao chão e da luz surge uma grave pergunta: Saulo, Saulo, porque me persegues? E Saulo ainda ao chão pergunta: Quem és tu, Senhor? e da luz sai a resposta: Eu sou Jesus, a quem persegues. Em Zacarias 4:10b está escrito: “esses são os sete olhos do Senhor que percorrem por toda a terra!”, ou seja, os sete espíritos de Jesus que estavam derramados sobre Zorobabel. Em Apocalipse 3:1 está escrito: “E ao anjo da Igreja que está em Sardes escreve: isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas”, no capítulo 4:5 diz: “e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus e em Apocalipse 5:6 diz: “E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos seres viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados à toda a terra”.

          Nobres irmãos e colegas aviadores e demais estudiosos das luzes que percorrem toda a terra, não temamos, mas entendamos os motivos por que não reagem ou deveria dizer no singular: por que não reage, pois os sete espíritos estão descritos em Isaías 11:1-2, que diz: “Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre Ele o espírito do Senhor, o espírito de sabedoria, de entendimento, de conselho, de fortaleza, de conhecimento e de temor do Senhor. Notem irmãos, no texto de Apocalipse (revelação em português) 1:12-13 o profeta e apóstolo João diz: “E virando-me para ver quem falava comigo, vi sete castiçais de ouro. E no meio dos sete castiçais um semelhante ao filho do homem”

 

 

 

          Queridos, vocês contaram quantos espíritos foram citados no texto de Isaias 11:1-2 destacados no parágrafo acima? Porventura não são sete? serão ainda necessários mais sinais e respostas para que entendamos que Jesus já está apresentando os sinais de que sua volta está iminente? Será que alguém ainda procurará respostas dentro do incipiente conhecimento humano? A seara está madura e o tempo da colheita chegou!

          Não temos neste estudo a pretensão de desvendar todos os mistérios de Deus, que em fevereiro de 2005, diante de cerca de três mil pessoas. com Sua própria vós disse: “Os meus mistérios são insondáveis”, por isso mesmo este “segredo” não está em Apocalipse 10:7 no plural, mas trata-se sim, de um segredo específico, cuja compreensão será de utilidade em Seu propósito para com a humanidade e já sabendo que este segredo está vinculado ao ministério das duas testemunhas, as quais serão assuntas ao céu diante dos olhos desta humanidade, não será ilógico concluir que dado ao aspecto intrínseco subliminarmente revelado no texto de Apocalipse 11, quanto à morfologia única destes dois missionários, este segredo deva ser interpretado como a informação de que Jesus e Deus são também morfologicamente um mesmo ser em dois corpos distintos, ou seja, estamos diante da compreensão científica da Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, que são pessoas distintas ao mesmo tempo que são o mesmo ser (João 1:1, João 10:30, João 14:7-11, Colossenses 2:8-9). 

          Ao lerem o texto de Apocalipse 11 e os links que deixamos neste estudo, certamente a Igreja conhecerá o que Deus pretende fazer por meio das duas testemunhas, que sendo cem por cento humanos, pela vontade e deliberação do cetro de Deus, Jesus, além dos sinais físicos que lhes serão dados (Apocalipse 11:3-6), por sua própria fisiologia, revelarão o segredo necessário à Igreja que verá conjuntamente Pai e Filho no paraíso, não seriam estas as palavras inefáveis que Paulo não podia dizer aos homens daquela geração?

             Quanto aos gestores dos sistemas de controle de tráfego aéreo em todos os países, não haverá justificativa para se considerar “a luz do mundo” uma intrusão que poria em cheque a inexpugnabilidade de suas defesas aeroespaciais, pois se assim equivocadamente considerarem, teriam então de reconhecer que não apenas pelo ar, mas também por terra e mar já foram invadidos, por que além da existência sobrenatural das duas testemunhas, existem milhões de testemunhas no planeta que diariamente vivenciam fatos emanados diretamente do trono de Deus, os quais são imponderáveis pela filosofia e conhecimento humano. Que a graça infinita do Senhor nos faça compreender este mistério. Amém


Por Nelsomar Correa

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