Ornando a noiva

                  Identificando os sofismas na Igreja de Deus

 

          Amados irmãos cristãos,

 

          Poucas horas antes de Jesus seguir para o Calvário, Ele fez a  sua mais ardente oração, pois sabia que logo não poderia estar mais como homem a ministrar aos seus discípulos e à Igreja que então se formava. A sensação de que Sua volta é iminente é assunto unânime em praticamente todas as denominações cristãs atualmente, mas além de perceber que a figueira já mostra seus brotos, estando prestes a dar o seu fruto, cabe questionar sobre que movimentos internos as diferentes denominações cristãs estão desenvolvendo tendo por fim melhor preparar o povo escolhido e principalmente no sentido de buscar os que andam perdidos e cegos, conscientizando-os da necessidade de abandonarem todas as práticas contrárias ao evangelho, algumas destas infelizmente também hoje percebidas no cerne da igreja.

          Muito se fala sobre o crescimento dos evangélicos na América, África e Ásia, mas pouca atenção é dada ao vertiginoso crescimento do ateísmo nos países que um dia foram o berço do protestantismo e do pentecostalismo. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup feita entre 2006 e 2008 e publicada no Financial Times sobre o crescimento do ateísmo constatou-se que 85% dos suecos, 80% dos dinamarqueses, 72% dos noruegueses, 60% dos finlandeses, 32% dos franceses, 20% dos alemães e 17% dos ingleses se declararam sem religião, sendo um total de 18%  da população da União Europeia. 

 

          Os argumentos apontados como causas deste crescimento vão desde o progresso da ciência que possibilitou a explicação de muitos fatos da história da terra, como a existência dos dinossauros e outros que aparentemente tendem a se contrapor com informações bíblicas, causando descrédito nas lideranças religiosas,  e isso coincide com a melhoria do IDH (índice de desenvolvimento humano) das nações…PARE!!! O que é isso? Estava este autor escrevendo esta matéria quando o Senhor deu-lhe esta ordem expressa: Deixe de escrever até que tenha lido uma mensagem que dei a meu servo. Que mensagem, Senhor? perguntei-lhe. Com poucos dias me conduziu a adquirir o Livro de David Dyer, cujo título em inglês é “a única igreja verdadeira” e a versão em português é intitulada “Deixe meu povo ir”.

                A começar pelo esplêndido ministério que Deus lhe deu, que lhe permite distribuir gratuitamente todos os seus livros divinamente inspirados (me desculpe David, mas o povo de Deus precisa ler isso que Deus lhe orientou que escrevesse), devo testificar que Deus tem usado David Dyer (www.graodetrigo.com) neste momento decisivo por que passa a noiva de Cristo. Primeiramente David foi usado por Deus para confirmar as revelações proféticas sobre as duas testemunhas, cujas quais vêm se desenrolando há quase vinte anos e já comuniquei isso a ele. Ora o ministério das duas testemunhas está atrelado de forma inseparável à ordem de “medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram” (Apocalipse 11:1-2) e pela divina providência David Dyer, com este livro bastante abrangente, facilitou sobremaneira esta tarefa, que desde o ano de 2.005, quando foram reveladas as suas identidades (veja a matéria “as duas testemunhas” em http://asduastestemunhas.blogspot.com/tem sido motivo de muitos debates sobre como a Igreja se posicionaria  diante deste ministério.

         Portanto, todo “lider” cristão que ama verdadeiramente o evangelho e luta pela vitória definitiva de Jesus Cristo deve ler, assimilar e praticar os bons conselhos escritos por este experiente servo do Senhor. David, (sim trato-o simplesmente pelo nome, embora seu trabalho em prol do reino de Deus pudesse lhe conferir perfeitamente o título de apóstolo,  ele entende que qualquer título cria uma distinção e distanciamento entre quem ensina e quem ouve, pois tanto um como outro devem, num mesmo nível, estar submetidos a uma única cabeça, esta sim, o único líder e orientador de toda a Igreja, Jesus Cristo, por meio do espírito santo). Aproveito para sugerir ao David que disponibilize esta obra em forma de e-book, dada a sua extrema atualidade e a necessidade em despertar as lideranças cristãs para os sérios problemas hoje existentes na igreja de Deus em todas as nações já alcançadas pelo evangelho.

               Certamente eu próprio não teria a experiência suficiente para adentrar a tantos pormenores que percebemos dentro das igrejas, que prejudicam o livre trânsito da vontade de Deus e que quase sempre permanecem entranhados no Corpo de Cristo sendo a causa de dissenções e porfias, que sem terem o imediato tratamento. avolumam-se e impedem o necessário fluir do Espírito Santo a dirigir e sarar a Sua noiva . 

 

                   As coincidências entre este livro de David Dyer e o que se passa com o ministério das duas testemunhas não são poucas e torna-se necessário explicitá-las porque desde a revelação de suas identidades no ano de 2005 houve a direção da parte do Espírito Santo de que este ministério não deveria ter o carimbo de nenhuma “denominação” cristã e o entendimento de que estes devam se tornar sacerdotes contraria esta direção e isso deve ser levado ao conhecimento de todo o povo de Deus, para uma profunda reflexão.

                     Esta obra de David Dyer tem 313 páginas de puro azeite espiritual e ao ler cada uma delas com uma caneta marca texto em mãos para destacar os assuntos mais importantes acabou que as páginas deste livro ficaram todas amarelas. Se pudesse sintetizar esta obra que prende a atenção e o espírito do início ao fim, deveria dizer simplesmente que em tudo que se faça na Igreja há que se ter a anuência do único e suficiente “cabeça e líder”, a saber, de Jesus, por meio do espírito santo, ou seja, em tudo, a igreja e não os “líderes” humanos, deve levar ao consentimento de Jesus até que Dele obtenha a resposta, caso contrário há que se desistir de qualquer projeto.

               Como o objetivo desta matéria é contribuir com a Igreja de Deus, neste momento em que devemos iniciar uma contagem regressiva para o retorno de Cristo e estando ordenado que antes se fizesse uma medição do altar do santuário de Deus e daqueles que nele adoram, sendo esta ordem o princípio da missão dada às duas testemunhas, cabe à toda liderança cristã verdadeira, com amor e humildade recebê-la de todo o coração.

 

      Jesus é o cabeça

 

 

             Estamos prestes a iniciar o Reino Milenar de Cristo ( leia http://asduastestemunhas.blogspot.com.br/p/vivendo-o-reino-milenar-de-cristo.html) e o motivo pelo qual a ordem para medir o altar do santuário é dada não é outro senão para que o povo de Deus se acostume a conviver harmoniosamente com a presença física de Jesus, pois foi dito que seria enviado o Espírito Santo até que Ele voltasse, então se hoje não formos capazes de ouvir e aceitar a voz do Espírito Santo, como poderemos ouvir e aceitar a voz do próprio Jesus, que também é o Espírito Santo? 

                          Em fevereiro de 2005, na revelação das identidades das duas testemunhas,  em meio a inúmeros  sinais físicos Jesus disse em voz audível: “Os meus mistérios são insondáveis, não permitirei que os meus dois filhos e o meu povo sejam envergonhados. Parto mas deixo os meus dois filhos para que aprendam com eles!” Vejam, Jesus não disse por meio do espírito santo falando a algum profeta, mas Sua suave e Potente voz foi ouvida por cerca de três mil pessoas que ali se encontrava. Posteriormente Jesus continuou ministrando sobre esta obra através de inúmeros profetas, alguns deles de renome nacional e internacional, mas também por servos humildes, indicando que não importa quem seja o profeta, o cabeça é sempre Ele. Notem: desde o princípio esta obra tem sido conduzida exclusivamente seja por Ele próprio ou pelo Espírito Santo, que também é Ele e por meio do Espírito Santo foi dito: “Não permitirei que toquem em meus ungidos!”. Amados, para ser mais verdadeiro, nem mesmo às duas testemunhas foi dado que conduzam esta obra, então cabe perguntar: depois de Jesus ter dito por meio de Sua própria voz que aqueles que estavam sendo identificados eram seus filhos e inúmeras vezes por meio de seus profetas que não permitiria que tocassem em seus dois ungidos, haveria alguma necessidade de algum pastor pretender ungí-los em cumprimento a uma tradição religiosa para que então pudessem exercer seu ministério? Não seria isso uma tentativa de passar por cima da autoridade de Cristo? Ou seja, se não aceitarem a unção de um sacerdote humano não poderão exercer o ministério que Jesus já lhes entregou, você acha isso correto?

                  Queridos,  um dia antes da revelação de suas identidades o Espírito Santo usou o servo que ministrava naquele congresso e este na condição de servo dizia que era apenas a voz que abria a revelação que ocorreria no dia seguinte e dizendo sentir a presença de um daqueles que então seria identificado como uma das duas testemunhas perguntou: “Você é servo de Deus?” e tendo este respondido positivamente, Jesus, por meio de Seu Espírito Santo então disse: “Faça como Eu lhe disser, a unção está contigo.”  Notem que o próprio Cristo disse à Igreja que não permitiria que tocassem em seus dois ungidos e também disse que a unção para aquele ministério estava com um deles e que este deveria fazer conforme suas orientações e entre outras demonstrações de sinais físicos e sobrenaturais este repassou a unção para a outra testemunha. Cabe então perguntar qual o motivo de pretenderem ungí-los em cumprimento a uma tradição meramente humana e ainda mais, da necessidade de torná-los sacerdotes para que então possam ministrar ao povo de Deus, em que lugar do novo testamento está escrito que para  pregar o evangelho se deva ser obreiro ou sacerdote? Porventura não é esta uma ordem dada a todo cristão? O que este ritual religioso acrescentaria ao ministério das duas testemunhas, se todo o desenrolar deste ministério tem sido orientado antes, durante e depois da revelação de suas identidades unicamente pelo próprio Jesus, seja no farto uso de seus profetas ou no uso de Sua própria voz? Depois de lerem o livro de David Dyer, cuja capa é ilustrada por uma algema presa a uma bola de ferro, poderão entender melhor o que Deus pretende ministrar ao Seu povo por meio das duas testemunhas. Há que se destacar que a primeira edição deste livro de David Dyer foi escrito em inglês no ano de 2007, ou seja, dois anos após a revelação das identidades das duas testemunhas, ocorrido em fevereiro de 2005.

 

 

                       No dia 18 de novembro de 2005, ou nove meses após a revelação ocorrida em fevereiro do mesmo ano, um daqueles que foram identificados como as duas testemunhas entregou uma carta ao pastor presidente da Igreja, da qual é membro e em cujo congresso ocorreu a profetizada revelação, a qual estava anexada algumas considerações que julgava necessárias e a este anexo intitulou “um livrinho”. O teor do livrinho mostra que aquela revelação vinha sendo preparada há alguns anos, assim como ele próprio e que o objetivo de Deus com esta obra é apresentar à humanidade algo tangível que comprove sua soberania e poder, que pusesse à prova a ciência, a lógica e a razão humanas, devendo toda a Igreja e as duas testemunhas se submeterem às Suas diretrizes, neste momento em que Ele próprio ordena medir o altar de Seu santuário.

                         Na página 26 do livrinho, no quarto parágrafo está escrito: “Atentai-vos, pois, para que não sejam pedra de tropeço ou obstáculo à vontade de Deus, pela incapacidade de discernimento da tênue linha que separa razão e emoção; pesai e sopesai, não só as vossas palavras, mas acima de tudo os vossos próprios pensamentos, para que não vos acheis em falta na balança de Deus, acautelai-vos com a prudência devida aos mistérios de Deus”. No terceiro parágrafo da página 27 está escrito: “A seriedade e o alcance da missão das duas testemunhas são inimagináveis dentro da visão secular humana, o contexto histórico e científico, as condições sociais e políticas da nação em que vieram a nascer, ou devo dizer “nascerão”, como metáfora ou em respeito ao livre arbítrio de ambos, tudo isso, a meu ver, como tudo que até aqui testemunhei, não será mero acaso, tampouco, um colossal desperdício de tempo e energia e muito menos uma simples brincadeira de Deus para com os homens.” Na segunda parte do quarto parágrafo da página 27 escreveu: “Sutil e espontaneamente Deus se utiliza de seus servos profetas para confirmar e atestar aquilo que eu percebia em mim, até eclodir no que agora vos escrevo e testemunho, como sendo parte de sua obra, que por isso mesmo, deve estar à prova de pessoas sábias, já que sem sabedoria, certamente as conjecturas as fariam agir como o cãozinho  que tendo algo preso à cauda rodopia até azoratar sem conseguir alcançá-lo”. No primeiro parágrafo da página 28 a testemunha disse: “No uso do princípio da razoabilidade, permito-me entender que ao profetizar os fatos apocalípticos, que agora me debruço por assimilar, o apóstolo e profeta João teve o seu espírito transposto para os dias atuais, e quando diz que lhe foi dado um caniço para medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram, palavras introdutórias do capítulo onze, estava verdadeiramente revelando a missão das duas testemunhas, aí se compreendendo a diferença entre medir e julgar.” No parágrafo seguinte continua: “Medir o templo, o altar dos santuários cristãos e todos os que nele adoram, deixando de lado o átrio externo equivale hoje, em falar a todas as denominações cristãs, aí incluindo evangélicas e católicas, posto que os fatos bíblicos, obrigatoriamente as afetam, deixando de lado as religiões não cristãs, sem contudo difamá-las. É óbvio que no lado externo do templo também existem ateus, agnósticos e diversos tipos de seitas e filosofias obscuras que tentam, em vão, trazer elucidação de mistérios, porém a todos estes, não competem às testemunhas falar”. No primeiro e segundo parágrafos da página 29 escreveu: “Até o dia em que o Senhor der às duas testemunhas as profecias e o testemunho que devem dar, permito-me externar isto que o meu coração sente e percebe: não será a hora de aparar as arestas que as separam (as denominações cristãs), unindo-se no verdadeiro sentido e propósito da fé cristã, deixado pelo inesquecível sacrifício de Jesus e pelos apóstolos, para um fim útil? Ora, as testemunhas têm o seu início, meio e fim em Jesus e dele darão testemunho, para que todos saibam que Ele é o verbo divino que se fez carne e habitou entre nós, foi moído e humilhado e pelas suas pisaduras fomos sarados e tão somente em seu nome falam.”

                     No último parágrafo da página trinta escreveu: “É impressionante como sendo o munto atual tão diferente e mais complexo que aquele da época do apóstolo João,  lhe foi permitido descrevê-lo com tantos detalhes no livro de Apocalipse, não obstante o homem, em si, continuar a se debater com os mesmos estigmas de outrora, apesar das ciências destinadas a curá-los”. No primeiro parágrafo da página 31 continua: “Infelizmente nem mesmo as religiões cristãs foram capazes de trazer a luz do evangelho a toda criatura, posto que necessária foi a sua divisão e necessário será o seu conserto, num nível de entendimento com embasamento bíblico racional e absterso de sofismas, que são a verdadeira causa do distanciamento entre o homem e o Deus onipresente, desejoso de maior intimidade com Sua principal criação. Os sofismas são a origem de todos os pecados e são muitas vezes introduzidos nas igrejas cristãs, com ou sem culpa, perpetuando-se assim, práticas pagãs, contrapondo-se não só à necessária utilização da lógica sofística, mas acima de tudo, ao requerido culto racional, único capaz de elevar o homem ao mais que etéreo Deus, criando com Ele a intimidade necessária a obter as respostas para as milenares questões humanas, tanto teológicas como filosóficas: a lógica e a razão nunca serão capazes de aluir Deus de sua posição onipresente.” Segue no terceiro parágrafo: “Os sofismas fazem com que os homens enganem-se a si mesmos, afastando-os do manancial e do tesouro inesgotável preparado pelo Criador. Ao libertar-se destes sofismas, o homem compreenderá que toda lógica, toda ciência e toda sabedoria levam à Deus e que toda ciência, toda lógica e toda sabedoria utilizadas para o mal não passam de sofismas que trarão para si o castigo oportuno. Com isso é lógico concluir que o homem é o culpado pelo seu próprio mal, que, pela falta da sabedoria, da razão e da lógica, sublimadas no amor, vê-se emaranhado e enredado nestes sofismas, que, com ou sem culpa, se envolveu”. David Dyer, em seu já citado livro, no capítulo dez dedica ao tema “vivendo em amor” e assim diz: “pode ser fácil amar os que são atraentes, interessantes ou agradáveis a nós. É possível até que sejamos capazes de amar os outros até um certo ponto. Mas, amar todos os nossos irmãos e irmãs em Cristo, tanto quanto Jesus os ama, está longe, muito longe de nossa capacidade humana. Parte do problema é que Deus parece acolher a muitos que não se encaixam muito com nossa opinião sobre quem é digno de ser amado. No mínimo, todos aqueles a quem Jesus ama são pecadores. Além disso muitos deles têm sérios problemas e deficiências. Outros possuem personalidade e disposições que são desagradáveis e/ou ofensivas. Alguns têm áreas em suas vidas que não foram transformadas e, então, são vulneráveis ao inimigo da obra de Deus… No entanto, existe esperança, Jesus não nos deu apenas um mandamento, Ele também nos deu um novo tipo de amor. Esta nova variedade de amor é descrita no Novo Testamento com uma palavra especial – ágape. Esse amor não é algo que o homem natural possua. Não é algo que o simples ser humano possa gerar dentro de si mesmo. É um tipo especial de amor sobrenatural, que apenas Deus possui e que enche o Seu coração. Na verdade, Ele é tão cheio deste amor ágape, que a bíblia diz que “Deus é amor (ágape)” (1 João 4:8). Esta palavra expressa Sua natureza essencial.”

                   Continuando com as palavras da testemunha: “O homem que culpa Deus pelos seus males não admite os próprios erros.” “O homem que vê Deus como um ser inacessível, imperador impiedoso e indiferente às causas humanas, certamente está vitimado pelo sofisma da baixa estima, pelo qual se vê como um ser incapaz de realizar seus sonhos ou obter respostas para suas questões existenciais e de enxergar a luz da lógica e da razão, que inevitavelmente levam à Ele. Neste ambiente se vê a função reveladora e consoladora do Espírito Santo, que leva este pobre ser às alturas celestes, ao encontro do Seu Criador, de forma absolutamente gratuita, pelo sacrifício sobrenatural de Jesus na cruz do calvário, o qual foi suficiente para rasgar o véu que separava este homem, agora santificado pelo arrependimento genuíno ao Santíssimo e Eterno Deus, possibilitando, verdadeiramente, uma “simbiose” espiritual gloriosa e elevadíssima, experiência real e incomum, mas acessível a todos que se esvaziam de paradigmas, conceitos e preconceitos, enchendo-se do Espírito Santo de Deus. Não há experiência igual oferecida neste mundo”. “Sendo a humanidade a coletividade de indivíduos, assumam-se os verdadeiros cristãos a divina missão da disseminação do Evangelho, para que o homem não se envolva, sem culpa, por caminhos obscuros e seja assim, consolidado o Reino de Deus”. “Feliz é o homem escolhido por Deus, que mental e espiritualmente foi capaz de transpor o burocrático labirinto filosófico da lógica e da razão, galgando à que, humanamente, é a sobrenatural luz de Deus!” No primeiro parágrafo da página 42 diz: “Portanto, vós que vos nominais cristãos, líderes e liderados, podeis dizer que não sois facciosos, quando dizem sou de Paulo, sou de Pedro, sou de Lucas, ou então, sou luterano, calvinista, batista, metodista, adventista, assembleiano, presbiteriano, tradicional, pentecostal, católico romano, ortodoxo, carismático e outras mais? Porventura, Cristo, que tendo sido humanamente moído, não teve seus ossos simbolicamente íntegros, indicando a necessária unidade do seu corpo, a Igreja? E assim, num corpo único e insofismável, amparado na rocha, que é o evangelho, cujo inicio, meio e fim é Ele próprio, que está mais do que vivo, fala e dirige o Seu rebanho?” Segue no segundo, terceiro e quarto parágrafo da página 43: “O fim das facções, discórdias, dissensões porfias, e inimizades entre os cristãos, dentro de uma compreensão madura do Evangelho é o caminho que os levará à igualdade, fraternidade e liberdade, sem utopias, mas de forma perfeitamente factível, posto que assim gerarão uma sinergia poderosa, capaz de pôr abaixo qualquer obstáculo. Porventura, poderá um exército dividido vencer o seu inimigo e atingir o seu alvo? Não há barreiras que resistam, quando o amor em ação é trabalhado em união. Quantas vidas precisarão ser ceifadas para que comecemos a fazê-lo? As possibilidades em Cristo são infinitas e não haveria livros que as pudessem comportar. Agora é a hora escolhida por Deus para arrancarmos o ego de nossos corações, de nos libertar das comodidades encontradas nas religiões, de amadurecimento espiritual em vez de crendices piegas, malditamente ditas cristãs. A espada de Deus está desembainhada e não retornará à bainha!” Ezequiel 21:5 (leia: http://propostafinal-amaodeDeus.blogspot.com/ .

 

 

                       Como disse anteriormente, é inquestionável que vivemos no tempo do fim e Deus está levantando pessoas em diversas partes do planeta, pessoas que não se conhecem, que nunca conversaram ou trataram sobre este assunto, mas O Cabeça, Jesus Cristo, único digno de abrir o Livro selado (Apocalipse 5:1-5), os inspira a escrever coisas tão similares que dizem respeito à medição do altar do Seu santuário, para que a Igreja ingresse num novo tempo de maior comunhão e intimidade com Aquele que em pouco tempo retornará fisicamente para estabelecer seu reino de paz e justiça. Esta medição é dirigida a todos os líderes cristãos, independentemente das denominações que os separam. Ao usar diferentes pessoas que não se conhecem para escreverem sobre o mesmo assunto de forma muito parecida, Jesus está de fato querendo chamar a atenção para as lideranças cristãs que é Ele próprio quem dirige e corrige sua noiva amada. 

                   Entendam amados pastores, a concretização de uma profecia bíblica tão decisiva quanto à de Apocalipse onze não pode ter um carimbo de determinada Igreja, não se deve atribuir às duas testemunhas qualquer título sacerdotal. Em Mateus 23:8-10 está escrito: “Vós porém, não quereis ser chamados Rabi (professor), por que um só é o vosso mestre, e todos vós sois irmãos. E a ninguém da terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus. Nem vos chameis mestres (doutrinadores), por que um só é o vosso Mestre, que é o Cristo!” Em Mateus 20:25 diz: “Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles, não é assim entre vós”. Concluindo em Mateus 18:3-4 Jesus trazendo uma criancinha a seus discípulos disse-lhes: “Se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, não entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.” David Dyer faz estas considerações em seu livro. As duas testemunhas, embora tenham demonstrado uma poderosa unção diante dos olhos da Igreja em que foram revelados como tais, não possuem cargos religiosos e têm relutado em aceitá-los. Tenho dito isto a alguns irmãos e estes dizem que aprenderam desta forma. É este o sistema religioso vigente: criou-se um sistema pelo qual a pregação do Evangelho nas igrejas está restrita àqueles que abraçaram a carreira eclesiástica, enquanto a bíblia diz: “indo e pregando o evangelho”, ou seja, onde quer que formos o evangelho deve estar estampado em nós e em nossas palavras. Um certo dia perguntei a um irmão que zela de uma igreja se ele não tinha ingressado na carreira da sua igreja e ele respondeu: “De jeito nenhum, eu quero ser é um simples membro”. Mas por que perguntei, e ele então respondeu: “tenho visto que os cargos sobem à cabeça das pessoas e isso cria uma separação entre o povo de Deus” e continuando disse: “um dia me dirigi a um apóstolo e lhe disse: A paz, como vai irmão? e o “apóstolo” lhe respondeu: irmão não, apóstolo! Vejam amados, como Cristo nos ensinou, não deve ser assim entre o seu povo, mas devemos sim sermos todos irmãos

                        As duas testemunhas não aceitaram e provavelmente não aceitarão qualquer cargo que crie a mínima acepção entre eles e o mais humilde e pecador dos homens, não por que repudiam as denominações cristãs, mas ao contrário, porque as vê com os olhos de Jesus e qualquer cargo provavelmente reforçaria a separação hoje existente. Se o próprio termo “testemunhas” for motivo de separação ou divisão, é melhor que lhes chamem pelos seus próprios nomes, sem qualquer título eclesiástico. Norman Russel Champlim, autor da coleção “Novo e Velho Testamento comentado versículo a versículo” anteviu que as duas testemunhas não seriam dados à tradição religiosa, mas teriam uma postura racional, lógica e sensata quanto à Igreja dos seus dias e isso causaria dificuldades para o “seu” ministério. David Dyer diz na página 100 de seu livro “Deixe meu povo ir” : “Se você chegou a uma posição elevada ou deixou que outros o colocassem nessa posição, para receber respeito de outras pessoas do corpo de Cristo, de uma maneira substancial, você foi desviado do reino de Deus”.

                          Naturalmente, por não terem se inserido na carreira eclesiástica em nenhuma denominação cristã, embora lhes tenham sido dados dons espirituais bastante expressivos, as testemunhas estão aptas a falar a estas denominações de maneira plenamente isenta. É fundamental que compreendamos o real significado da palavra sacerdote, que é a pessoa que ministra os sacramentos da Igreja, enquanto o  profeta comunica aos homens a vontade de Deus, assim, pode ser que um sacerdote seja escolhido por vontade humana, mas um profeta sempre será escolhido pela vontade de Deus. Atentem queridos irmãos, seria viável que Jesus os apresentassem à Igreja caso não julgasse que estivessem aptos a exercerem o seu ministério? Pela soberana vontade de Deus, um deles teve formação protestante e o outro não, embora ambos apresentem profundo respeito e consideração com as coisas divinas, as quais assimilam como inerentes a seu próprio ser, como se compreendessem que nasceram destinados a este propósito. Jesus disse em voz audível no dia de suas apresentações que “deixava os seus dois filhos para que a Igreja aprendesse com eles”, assim não faz qualquer sentido a pretensão de torná-los sacerdotes, pois parece bastante claro que não é esta a vontade de Deus. A bíblia é repleta de inúmeros homens poderosamente ungidos por Deus, que tinham com Ele uma profunda intimidade, mas que não eram sacerdotes: Abraão, que foi abençoado pelo sacerdote Melquisedeque, rei de Salém (atual Jerusalém), Moisés que viu Deus e falava a sós com Ele face a face, era acompanhado pelo sumo sacerdote Arão e Davi, que foi indicado por Deus ao sacerdote Samuel para ser ordenado rei e foi por ele abençoado e chamado o homem segundo o Seu coração. O próprio Cristo não se alinhou com a religiosidade judaica durante o seu ministério, ao contrário, estes sempre procuravam espreitá-lo a fim de acharem erros em suas pregações. (vejam a matéria ” Que o meu povo seja um! “.

               Temos de concluir queridos irmãos que hoje desempenham o papel de liderança cristã, neste momento em que Jesus prepara sua noiva para levá-la imaculada ao altar, de que é sem dúvida o tempo de esvaziarmos de tudo que O impeça de agir, segundo Sua soberania sobre Sua amada noiva. É tempo de nos humilhar ante ao Filho do Homem, que presto vem a assumir sua herança.

 

            As duas testemunhas no início e no fim do tempo da graça

 

                       Sabemos que ainda vivemos na dispensação da graça, mas o ministério das duas testemunhas também se fez presente quando Deus traçava o início deste período (Zacarias 4:1-6, 11-14), cuja síntese é “não é por força nem por violência, mas por meu espírito, diz o Senhor”, assim estava projetado o fim do tempo da lei e Jesus, a pedra angular digna de aclamações, indicou o novo estilo de vida agradável ao Seu pai celeste: graça, graça e graça a Ele. Jesus é a pedra angular, o castiçal aceso e à sua direita e à esquerda os dois ramos de oliveiras.

                    Se Deus projetou que estes dois ramos testemunhassem o início do Ministério de Cristo, que é o tempo da graça, também projetou que estes testemunhassem a consolidação deste Ministério (Apocalipse 11:3-4), com o início do Seu Reino Milenar . Sabemos também que a graça e o Espírito Santo serão retirados da humanidade um pouco antes do início do Reino Milenar, no período chamado de “grande tribulação”, quando se dará uma ferrenha perseguição do anticristo àqueles que não aceitarem seus termos, sendo muitas pessoas mortas por conta disso. Conforme a revelação que nos foi dada, ao iniciar o Reino Milenar, as pessoas  estarão divididas em três grupos: os arrebatados, que é a Igreja que estará diante do trono de Deus, os mártires da grande tribulação, que são aqueles que não aceitaram os termos do anticristo e foram mortos por isso e os redimidos, que formarão as nações, que presenciaram os grandes fatos que precederam o início do Reino milenar, portanto amados, nenhum de nós podemos afirmar categoricamente em qual destes grupos estaremos, pois a bíblia afirma, que muitos que pregavam, que profetizavam e falavam em línguas foram achados entre aqueles que não foram arrebatados. Na verdade não sabemos categoricamente em qual destes grupos estaremos , assim a pregação do evangelho nestes tempos finais em que vivemos deve levar em consideração os desdobramentos desta revelação, para que tanto a Igreja arrebatada quanto à Igreja remanescente que passarão a existir estejam satisfatoriamente preparadas para cumprirem suas novas missões, seja no céu ou na terra.

                          No capítulo 7 de seu livro, David Dyer dedica uma reflexão sobre a unidade da igreja e escreve: “Para viver e trabalhar em harmonia com os pensamentos de Deus, precisamos antes ver as coisas do Seu ponto de vista. Qual é este ponto de vista? É este: quando Deus olha para baixo, do céu, Ele não vê milhares de “corpos de Cristo”, Ele vê apenas o Seu único corpo. A bíblia afirma especificamente que “…há somente um corpo e um espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação, há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Efésios 4:4-6). Há realmente uma única Igreja. Este é o ponto de vista de Deus….Cada grupo constrói um tipo de parede ou barreira para manter “suas ovelhas” separadas de todas as outras. Para cada grupo, o ponto de separação pode ser uma coisa diferente. Entretanto, o resultado é o mesmo: a divisão da igreja em cada cidade em pequenas seitas ou facções, que têm pouco ou nada a ver uns com os outros. Essa situação não é de Deus. É o que Paulo designa como carnal e infantil. Tal divisão destrói o funcionamento adequado do corpo de Cristo e impede a obra de Deus na terra”.

                             Amigos irmãos, devemos estar em sintonia com a mente de Cristo, há uma canção cristã que diz: devemos amar como Jesus amou, viver como Jesus  viveu, sentir o que Jesus sentia, que ao chegar ao fim do dia, eu sei que dormiria muito mais feliz.  Se este sábio profeta de Deus aconselha a compartilhar nossas experiências cristãs com os demais cristãos, o que não diria David Dyer para as duas testemunhas, cujo ministério foi projetado mesmo antes do surgimento da Igreja cristã? Queridos irmãos e irmãs, protestantes, evangélicos, católicos e  judeus, tão certo que é esta a vontade de Deus, de que Seu povo seja um, é que Ele próprio tem usado seus vasos profetas de diferentes denominações cristãs para confirmar o entendimento das testemunhas, e por incrível que pareça, um dos termos que David Dyer usa para isso é tentar prender Deus numa caixa e coincidência ou não, uma das testemunhas costuma dizer que esta visão age como se quisesse prender Deus numa caixinha de fósforo, quando querem fogo, abrem a caixa e ateiam fogo, ou seja, Deus está submisso aos homens e não o contrário e quando a testemunha diz que a igreja deve estar sujeita à vontade de Deus expressa por meio dos profetas (Apocalipse 10:7) muitos, com ou sem culpa, interpretam que no tempo da lei é que isso ocorria, que agora o espírito deve estar sujeito aos homens, esta porém é uma distorção da bíblia criada pelos chamados consertadoristas (ver o link: http://dellprofetadedeus.blogspot.com.br/2012/03/o-vento-sopra-onde-quer-o-vento-e-o.html ) com o objetivo de algemar e tornar cativas as suas “ovelhas”, assim convido-vos a refletir sobre estas passagens bíblicas de Deuteronômio 6:4, que diz:  “Por que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens”, em 1 Timóteo 2:5-6, onde se lê: “Porque há um só Deus e um único mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”, e em Mateus 10:20 que diz: “Porque não sois vós quem falará, mas o espírito de vosso Pai é que fala em vós.”.  Então amados irmãos e irmãs, não podemos mais ser enganados e algemados pelas algemas de Satanás, que infelizmente usa muitos dos que sobem nos púlpitos a enganar as mentes passivas de  cristãos, que não se dão ao trabalho de conferir se aquilo que ensinam tem respaldo bíblico, a bem da verdade, poucos são os que se dedicam a ler a bíblia e também os comentários de intérpretes ungidos e renomados.

                            Amados irmãos e irmãs, desde o dia em que foram reveladas as identidades das duas testemunhas, infelizmente o inimigo da obra de Deus tem usado todo tipo de sofismas, de orgulho e de pessoas que intentam estar à frente de Cristo, por não ouvirem as vozes dos profetas, e estes têm sido os maiores entraves a este ministério, que desde o princípio, repito mais uma vez, tem sido revelado sem qualquer programação humana, independente de qualquer vontade humana, sem o mérito de qualquer denominação cristã, mas simplesmente pela voz dos profetas, estes sim, das diferentes denominações humanas e isso ocorre simplesmente por que Jesus quer mostrar que é assim que Ele vê a sua Igreja, como uma única noiva, portanto  queridos e queridas, não vamos atropelar a soberana vontade Daquele que muito mais breve que muitos imaginam estará conosco fisicamente em seu Reino Milenar. 

                Que o Senhor Jesus tenha misericórdia de nossos sofismas e de nossos orgulhos e que ministre em nós a humildade e o Seu amor ágape, para que suportemo-nos uns aos outros e O coloquemos em Seu devido lugar, que é o lugar de nosso único guia, de nosso único intercessor e Senhor. Amém.    

                 

 Por:  Nelsomar Correa              

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