As duas Testemunhas

       Em todos os trabalhos escatológicos que estudei ou publicações afins, tenho percebido que pouca atenção é dispensada aos capítulos 10 e 11 de Apocalipse e este é um erro bastante grave porque justamente aí se iniciam os acontecimentos finais que antecedem a  segunda Parousia (A volta de Jesus).

       Este erro se inicia na interpretação errônea do “Livro Selado” (Apocalipse 5) e isso se deve, sem culpa, ao entusiasmo dos primeiros Cristãos, que esperavam para aquela geração a prometida Parousia. Embora passados dois mil anos sem que a mesma ocorresse, aquela expectativa que perdurou por tantos séculos acabou por enfraquecer a fé de muitos cristãos das gerações seguintes e com este enfraquecimento da fé iniciou-se os primeiros sofismas que hoje vemos, não só na Igreja que agregou todas as demais igrejas primitivas e que pregou o Evangelho durante quase quinze séculos praticamente só, mas também nas igrejas originárias do Movimento Protestante que teve início na Inglaterra no século 12 com o precursor da Reforma Protestante, o inglês John Wicliff, o qual foi perseguido pelo Papa, incentivou a separação da Igreja Inglesa da Igreja Romana e perpetuou-se com os demais reformistas, numa nova direção para a Igreja de Deus.

       Não se deve, contudo, atribuir falta de erudição a estes nobres cristãos, posto que em sua maioria eram catedráticos de Universidades; devemos entender que a própria Bíblia permite que a esquadrinhe (Daniel 12:4), porém, por ser a Escatologia um livro selado, devemos concluir que somente aquele que foi escolhido DIGNO de abrí-lo pode fazê-lo com autoridade, a saber Jesus Cristo, o Cordeiro eternal (Apocalipse 5:1-5).

       Vejamos, a interpretação (esquadrinhamento) corrente sobre o Livro de Sete Selos é que o mesmo é o Livro da Vida, ou seja, aquele no qual está escrito todo o propósito de Deus e também os nomes dos salvos. Agora, podemos desculpar nossos primeiros irmãos da fé, posto que aguardavam para aquela mesma geração a volta de Cristo e assim não se deram conta ou, sem culpa, não compreenderam que os fatos relatados nos seis primeiros selos ocorreriam num espaço de tempo que exigiria séculos para serem concretizados. O sétimo selo, ao contrário, é destacado dos demais e este sim, ocorrerá na última geração, a que contemplará a Parousia.

       Esclarecida a origem deste sofisma, agora, temos de partir para a árdua tarefa de substituir este paradigma secular por outro e para isso devemos nos sujeitar à espada

empunhada por Cristo glorificado (Apocalipse 1:16), a qual penetra aos mais profundo da consciência humana e é capaz de discernir alma e espírito, junta e medula, esta consciência que produz a verdade, a verdade que liberta!

       Assim como a maioria dos apóstolos foram martirizados pela ousadia e intrepidez (Atos 4:29) com que quebraram os paradigmas da religião judaica predominante (a lei) para se estabelecer o bastante profetizado tempo da graça iniciado com a chegada do Messias, também serão martirizadas as duas testemunhas, que iniciam os fatos do sétimo selo!

       Ocorre que para justificar um sofisma é necessário criar outro ainda maior e assim se cria uma corrente de pensamento que, passada de geração em geração, acaba por tornar-se um paradigma e como é difícil se quebrar um paradigma, ainda mais quando este persiste por séculos! Assim, com a abençoada e profetizada multiplicação da ciência, não há qualquer pecado em adequar ou contemporizar aquilo que nos foi ensinado de forma empírica.

       Como muitos estudiosos da Bíblia não conseguiram modificar todos os sofismas e paradigmas perpetuados na Igreja, como é o Caso de John Wicliff, Gerônimo de Praga, João Huss e Martinho Lutero por exemplo, estes ou foram mortos na fogueira ou foram severamente perseguidos por ela, que, por não acatarem estes sofismas e paradigmas seculares eram taxados como hereges.

       Veja como a palavra heresia é revestida de um caráter tão dúbio: ao ser tido como herege se pressupõe que o indivíduo esteja professando idéias contrárias às normas e ensinamentos da Igreja. Mas o que é a Igreja?  Por quem foi ela criada? Para que foi ela criada?

       Ao compreendermos melhor o que é a Igreja, certamente teremos clareado o conceito do que também é a heresia. A Igreja sempre existiu! Antes da queda de Lúcifer a assembléia de Deus com os anjos embora não se chamasse especificamente Igreja, o sentido de obediencia, devoção e adoração destes para com o Criador é algo que muito se assemelha à Igreja em que hoje congregamos. Com a criação do homem após a queda de Lúcifer, Deus pretendeu congregar novamente para si todas as coisas, haja visto que havia dado à Satanás a terra por moradia. Congregava Deus com o homem (Adão e Eva) em estado de plena inocência e santidade, por não terem estes ainda o conhecimento do bem e do mal. Como também o homem caiu em desobediência como Lúcifer, que passou a ser conhecido por Satanás, houve então sobre a terra um conflito de interesses: de um lado Deus, que quer congregar para si as coisas que Ele criou: a terra e o homem, por outro lado está Satanás, que luta diuturnamente para resistir a este desígnio de Deus e entre estes dois seres extremamente poderosos está o homem, que agora dotado do conhecimento do bem e do mal e do livre arbítrio dado pelo Criador, tem por parte deste uma ajuda substancial: A IGREJA! Desde os primórdios da fé, que vem de Deus (Efésios 2:8), para que o homem não fosse destruído por Satanás, Deus espera deste uma atitude espontânea e verdadeira de devoção e adoração e assim se conheceu o verdadeiro adorador: Abel e o falso adorador: Caim, pela forma com que apresentaram seus sacrifícios ao Criador!

       Podemos então dizer que Caim foi herege, pois embora quisesse adorar à Deus, não o fez com a totalidade de seu ser e com o melhor das suas primícias! Eram ambos filhos do pecado, e para encobrir-lhes o pecado necessário era que houvesse o holocausto de um animal, o que não fez Caim.

       Jamais Deus deixou de congregar com o homem, seja para abençoá-lo, para edificá-lo ou mesmo para puní-lo e para isso levantou profetas, juizes, sacerdotes e reis e o ciclo de benção-desobediência-castigo se repetiu inúmeras vezes mas foi incapaz de retirar o amor de Deus para com o homem e de retroagí-lo em seu propósito de redenção do mesmo! Mesmo havendo sofismas, paradigmas vãos e heresias, Deus segue firme nesse propósito!

       Vimos então que houve sempre a igreja e num certo momento com ela as heresias e a divina providência em extirpá-las. Logo devemos concluir que a heresia não pode ser a opinião contrária a paradigmas humanos agregados à Igreja, mas sim, podemos apontar como algo herético aquilo que afronta o eterno propósito de redenção da humanidade, que a cada convertido cabe contribuir grata e espontaneamente, indo e pregando as Boas Novas do Evangelho onde quer que vá!

       O propósito de Deus para com a humanidade se estende então desde o príncípio da criação até a reconquista da redenção desta humanidade. Deus sempre advertiu que o caminho desta reconquista seria penoso e que poucos o resistiria, mas aos vencedores garantiu a suprema conquista: A eternidade em comunhão com o Criador!

       Ao ser expulso do paraíso Deus ordenou ao homem: “crescei e multiplicai e povoai a terra”. Somos hoje quase sete bilhões de indivíduos sobre a face do planeta, estes se dividem em nações, línguas, povos e tribos, com costumes e cultura bastante diversificadas, como então cumprir a complexa missão de levar ao conhecimento destes povos tão distintos os propósitos do Criador? Deus ordena e Ele próprio disponibiliza os meios e todos estes meios estão já descritos nas Escrituras em “Livros Selados”, que são ordenanças para o tempo final da concretização deste propósito, quando a ciência conquistou um estágio de evolução que permite ao homem compreendê-lo melhor.

       É louvável a árdua tarefa daqueles que atendendo ao chamado do Cordeiro se dispuseram a pregar o Evangelho

aos quatro cantos do mundo e não cabe a qualquer homem julgar que para isso tenham até empunhado espadas (nas Cruzadas) ou mesmo armas de fogo (contra os turcomanos)

(Mateus 11:12) bem como daqueles que em tempos de paz e prosperidade pregaram a humildade de entender que a paz e prosperidade também são dádivas do Reino, aperfeiçoando assim o caráter cristão (Filipenses 1:6).

       Vivenciamos hoje, como podemos constatar pela realidade dos fatos, o chamado “Tempo do fim” no qual Deus concluirá o seu propósito de redenção da humanidade. Certamente é necessário conhecer profundamente a história da Igreja desde a chegada do messias até a presente data para que possamos compreender melhor a Igreja hoje. Primeiramente não podemos entender que Igreja seja uma determinada denominação cristã, mas sim a congregação de todas elas e desta forma torna-se incabível ao homem qualquer pleito de proeminência sobre qualquer uma delas, antes devemos compreender que estando os olhos do cordeiro (Apocalipse 2:18, Zacarias 4:10, Apocalipse 5:6)

Sobre toda a Terra, de nenhuma maneira os atos dos líderes eclesiásticos lhes passaram desapercebidos, tampouco 

permitiu ou influiu para que a história assim se desenrolasse, num intuito de aperfeiçoar a Sua Noiva, porém,   prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra  a Igreja, ou seja, Jesus jamais desceu ao nível dos homens mas sempre construiu caminhos alternativos para que o “cavalo branco” (o Evangelho) galopasse a passos largos o seu curso.

       Segundo pesquisas, existem hoje mais de cinquenta e cinco mil denominações cristãs nos diferentes países onde o Evangelho pode ser pregado e não cabe também a homem algum afirmar que Cristo não esteja presente em espírito em qualquer uma delas, haja visto a pluralidade cultural humana, mas perceber que também isso é parte do projeto de Deus para congregar para Si as nações! Estando o Povo de Deus presente em quase todas as nações as suas Boas Novas poderão então ser pregadas e entendidas pelos povos das diferentes culturas, podendo neste tempo então, trazer as revelações finais, não mais como leite espiritual, mas como alimento sólido.

       Percebamos então: vivemos todas as condições previstas na Bíblia para que o Senhor execute os planos finais de seu propósito maior para com a humanidade: vivenciamos a multiplicação da ciência, vivenciamos a multiplicação do Evangelho que é levado aos diversos povos, nações, tribos e raças, vivenciamos flagelos naturais e os provocados diretamente pelo homem como guerras, atentados, violência urbana, etc., como nunca na história humana, ou seja, uma sequência de fatos proféticos que viabilizam a execução das últimas profecias: abertura do sétimo selo de Apocalipse!

       Em fevereiro de 2005, num evento evangélico ocorreu

um fato que fora precedido por dez anos de contínuas profecias, visando preparar seus protagonistas para a reve-lação que se daria, e no dia que o antecedeu a Igreja que organizou aquele evento foi preparada por uma forte palavra da parte de Deus e conforme tudo que por uma década vinha sendo dito o fato ocorreu e este fato é a revelação da identidade DAS DUAS TESTEMUNHAS DE APOCALIPSE 11! E naquele dia foi declarado pelo palestrante que ministrava:

DECLARO ABERTO O SÉTIMO SELO!

       Caros irmãos, certamente você estará se perguntando o motivo pelo qual este fato ainda não foi divulgado para as demais denominações cristãs e a resposta é tão complexa quanto o ministério que cabe a estes dois profetas. Inici-almente a Igreja que realizou o evento em que ocorreu a revelação da identidade deste dois homens se acautelou e

aguardava mais sinais que confirmassem os inúmeros sinais

demonstrados naquele dia, tais como tremor de terra, levi-

tação de pessoas, fogo que saiu de suas bocas, a voz de trovões com que um deles falava, a gravação da voz do próprio Deus que disse: “OS MEUS MISTÉRIOS SÃO INSONDÁVEIS, NÃO PERMITIREI QUE OS MEUS DOIS FILHOS E O MEU POVO SEJAM ENVERGONHADOS. PARTO. MAS DEIXO MEUS DOIS FILHOS PARA QUE APRENDAM COM ELES! Isso mesmo, embora esta igreja tenha o som e a imagem de tudo isso que estou lhes informando, ainda assim pediu mais sinais, os quais foram entregues profeticamente não apenas por pastores conhecidos no Brasil e exterior ou por pessoas simples, mas também por uma das duas testemunhas. Foi entregue a esta igreja no mesmo ano de 2005 “UM LIVRINHO” contendo o relato de todas as profecias e sinais que por dez anos precederam aquele acontecimento e por fim argumentaram que as testemunhas teriam a autoridade para assolar a terra com flagelos e também isso lhes foi demonstrado.

       Notem, esta igreja tem “UM LIVRINHO” que contém quase duzentas páginas se editado em tamanho médio sobre este assunto, tem o som e as imagens destes dois profetas, que segundo a interpretação subliminar da bíblia e de profecias que antecederam a revelação, são clones (veja a interpretação bíblica original do grego em http://www.graodetrigo.com/ buscando a publicação “As duas testemunhas: dois homens, um corpo”).

       Como sinais não mais lhes faltavam, a força imperiosa do egoismo ainda fala mais forte, por entenderem que a prerrogativa de ensinar cabe aos obreiros e pastores e a prerrogativa de administrar cabe aos líderes gestores e desta maneira, estes dois profetas, cujo projeto bíblico remonta desde a época de Zacarias (Zacarias 4) deveriam ter o seu ministério subordinado às interpretações e prerro-

gativas destes, independentemente de diversos profetas de

renome nacional e internacional, bem como pessoas humil-

des usadas pelo mesmo Deus dizerem que à estes dois cabe,

de forma independente, levar a todos os cristãos estes fatos. O Dr. Norman Russel Champlim, em sua publicação “Novo testamento comentado versículo por versículo” percebeu que devido à prepotência e egoísmo inerentes ao homem a relação destes dois profetas com a igreja seria difícil.

       Finalmente, a existência destes dois homens trás como consequência a quebra de sofismas, paradigmas e tabus empiricamente incorporados à liturgia cristã, tais como as interpretações escatológicas que originaram as correntes pré-tribulacionista, meso-tribulacionista e pós-tribulacionista, conforme se deve ocorrer o arrebatamento da igreja, antes, no meio e depois dos sete anos da “Grande Tribulação”.

       Desta maneira, o fato inquestionável da existência destes dois profetas trás de imediato as medidas que cabem, independentemente de qualquer corrente escatológica ou de interpretação bíblica, a todos os que temem a Deus, aceitar! Desta forma se quebra o sofisma de que estes profetas seriam Elias, Enoque, Moisés ou qualquer outro personagem bíblico, pois ao homem está ordenado morrer uma só vez (Hebreus 9:27), assim como todos estes já morreram ou foram trasladados, não podem então renascer de uma mulher, a menos que admitamos a heresia da reencarnação, tampouco viriam à terra como adultos, posto que após a morte os salvos ressuscitarão em um corpo espiritual e incorruptível e as duas testemunhas serão assassinadas!

       Notem! devemos praticar um culto racional! As duas testemunhas são eles próprios, embora a predição de suas existências remontam a milhares de anos! A informação bíblica e profética de que são clones também não deve ser acatada como aética, uma vez que não foram feitos por mãos humanas, a informação científica de que são realmente filhos de seus pais, não deve ser limitada ao atual estágio da ciência humana, uma vez que esta mesma se prima pela verdade e diz que o DNA é apenas a ponta do iceberg para a formação de um ser e que outros fatores tais como proteinas e substâncias ainda desconhecidas podem influir na formação genética.

       O fato de Deus, com sua própria voz tê-los chamados de “meus dois filhos” não deve ser interpretada como uma

ingerência direta na gestação de suas mães, pois Deus ordenou “Não adulterarás”! logo não há motivos para pensar em tabus, ética ou heresia e JAMAIS criticá-los por buscar a verdade na ciência, pois Jesus glorificado, antes de se fazer carne disse à Daniel: “a ciência multiplicará e os sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento!”

       A crítica, decorrente de uma interpretação errônea da bíblia, quando esta diz que ela se explica a si mesma trata-se, na verdade de uma heresia diante do exposto no parágrafo acima, logo, ela própria revela que com a multiplicação da ciência os homens compreenderiam melhor os mistérios de Deus, assim, além de explicar-se a si mesma,  ela própria prediz que a ciência confirmará as profecias nela inseridas. Não é difícil compreender que o que era mistério na época de Daniel, hoje ou amanhã poderá não ser e também podemos constatar que existe uma grande distância da ciência existente naquela época com a de hoje.

       Independentemente de qualquer corrente teológica, seja ela pré, pós ou meso-tribulacionista, estamos tratando de fatos reais, suficientemente documentados e provados pelo tempo e por sinais vindos dos céus! Racionalmente devemos imaginar que o período de sete anos que deve durar a “Grande Tribulação” não seriam suficientes para que duas crianças nascessem, adquirissem o conhecimento bíblico e a maturidade necessária para convencer os não arrebatados ou remanescentes do arrebatamento da Igreja dos seus pecados, fazendo-os arrepender para serem salvos e resistirem à besta, você não concorda? 

       É racional então compreender que o ministério das duas testemunhas não se dará apenas na grande tribulação, mas o simples fato de existirem é motivo de preparação da Igreja, pois está ordenado “É tempo de medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram” (Apocalipse 11:1-4). Deixemos para trás a concorrência visível das igrejas e sejamos um, como quis Jesus em sua oração sacerdotal de João 17. Entendamos que este ministério não pertence a uma determinada denominação, mas a todo os cristãos existentes sobre a face da terra e a prova científica e os sinais que Deus fez e fará através deles farão conhecidos o poder e fidelidade das profecias bíblicas entre todos os homens para toda a eternidade. Amém

Por Nelsomar Correa em 01 de abril de 2011

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A morfologia das duas testemunhas

         Tenho lido muitas publicações e  postagens que tratam das duas testemunhas de Apocalipse 11 e estas se resumem simplesmente nas duas linhas de raciocínio que normalmente são utilizadas pelos intérpretes e comentaristas bíblicos, a primeira linha segue o raciocínio de que os ensinamentos bíblicos, as profecias e as personagens apresentadas especialmente pelos escritores bíblicos que foram usados para documentarem em pergaminhos os fatos finais do Plano de Deus para humanidade devam ser interpretadas como figuras de linguagem, não com a forma literal como foram apresentadas e a segunda linha de interpretação segue o raciocínio de que a Bíblia deve ser interpretada de forma literal, sempre que possível.

          A concretização de uma profecia bíblica exige que sejam deixadas de lado qualquer teoria, exegese ou hermenêutica para que não se enverede pelos mesmos caminhos que levou o cristianismo a ter diferentes correntes de pensamento, as quais acabaram por originar as cerca cinquenta e cinco mil denominações cristãs hoje existentes ao redor do planeta e assim se agregue sofismas a uma missão e ministério que diz respeito a todas estas denominações, uma vez que estas têm como razão de suas existências a própria Bíblia, por isso, simplesmente para que alcancem o objetivo para o qual foram projetados, estes fatos proféticos devem e neste caso especial das duas testemunhas, ser tratados tendo como base os princípios da razão e da lógica sofística, ou seja, a lógica que inibe a existência de sofismas, ainda que esbravejem as lideranças cristãs acostumadas à forma empírica vigente, pela qual se vêem tentados a dar às profecias bíblicas a forma e a expressão daquilo que acreditam ser o certo, portanto desde já torna-se necessário levar ao conhecimento dos cristãos de todas as denominações que não caiam nesta TENTAÇÃO!

         No capítulo 5 de Apocalipse está determinado que apenas Jesus glorificado é digno de abrir o Livro Selado e o Ministério das Duas Testemunhas encontra-se inserido no sétimo e último selo e somente pelo Seu Santo Espírito são dadas as diretrizes para este Ministério, neste aspecto jamais poderemos imaginar que Cristo glorificado apontaria diretrizes e rumos ilógicos e irracionais, então a utilização da lógica sofística serve tão somente para proteger este Ministério da livre imaginação humana, colocando-o nos trilhos para o qual fora projetado.

          Como o foco principal desta postagem é a morfologia ímpar das duas testemunhas, o que tem ocasionado inúmeros debates entre os estudiosos bíblicos e com a premissa de que esta obra revelada deva ser conduzida essencialmente pelo espírito santo que fala aos teus servos, os profetas (Apocalipse 10:7), estou então agora amparado para levar a todos os cristãos da terra aquilo que até então foi revelado sobre este detalhe do ministério das Duas Testemunhas.

          No ano de 2002, numa vigília em uma chácara de um amigo, no sétimo ano do início de uma série de profecias indicativas desta revelação, uma serva do Senhor, reconhecida por vários pastores e líderes cristãos como ungida com o dom de profecia dirigiu-se a um dos varões ali presentes, por sinal aquele a quem há sete anos Deus enviava profetas para o fim específico da revelação da identidade das Duas Testemunhas e lhe afirmara que há sete anos estava sendo preparado com este objetivo e perguntou-lhe se era verdade, ao que respondeu positivamente, seguindo na mensagem profética afirmava ver um anjo forte que carregava duas pastas pretas e que uma destas pastas lhe estava sendo entregue e este lhe respondeu que também tinha visto o anjo indicando o local onde estava, o que lhe causou uma suave comoção. Continuando na revelação profética, a serva do Senhor afirmava ver ao lado do varão para o qual era dirigida a profecia um outro fisicamente igual a ele, a quem este estaria incumbido de entregar a outra pasta. Admirada com a visão que obtinha, disse ao pastor que a acompanhava que eram dois mas parecia ser o mesmo homem e fitando fixamente os olhos no varão e olhando para o seu lado expressou para o pastor que a acompanhava as palavras: “São clones”, fazendo referência de uma novela apresentada por uma emissora de televisão cujo tema era a clonagem humana.

       No oitavo ano desde o início desta revelação, ou seja, no ano de 2003 e ano seguinte desta palavra profética aquele varão levou a mesma serva profeta do Senhor a uma construção que executava, sendo parte dela destinada a uma Igreja e esta serva do Senhor lhe afirmou que Deus iniciaria alí uma grande obra do Seu Reino. No ano seguinte e nono ano desde o início da revelação uma Igreja se instalou naquele lugar para o qual Deus havia ordenado que se construisse um templo para si e no culto inaugural desta Igreja uma outra serva profeta do Senhor, de uma outra cidade, trouxe à essa Igreja a confirmação deste propósito. No décimo e último ano previsto para a revelação da identidade das Duas Testemunhas, num evento anual que esta igreja faz no período carnavalesco todas as profecias relativas à revelação deste ministério se cumprem e no dia anterior à revelação a Igreja é preparada espiritualmente pelo preletor do seminário, que sendo alheio aos fatos foi usado por Deus para indicar o fato que ocorreria no dia seguinte sobre dois homens, aos quais deveriam ser dada oportunidade de falar e serem ouvidos e a unção da revelação foi entregue ao varão que há dez anos vinha sendo preparado para aquele fim.

       Nesta postagem não pretendo me alongar nos fatos do tremor de terra, da voz de Deus (que então disse: ” OS MEUS MISTÉRIOS SÃO INSONDÁVEIS, NÃO PERMITIREI QUE OS MEUS DOIS FILHOS E O MEU POVO SEJAM ENVERGONHADOS, PARTO MAS DEIXO MEUS DOIS FILHOS PARA QUE APRENDAM COM ELES). e das levitações alí ocorridas naquele dia, mas especificamente no fato do aspecto físico e morfológico que por intermédio de ambos os varões ali foi demonstrado. Quanto à questão física, ao serem observados era como se fossem um a imagem refletida em espelho do outro, porém quanto à questão morfológica sui generis demonstrada naquela ocasião, que diz respeito à unção de Deus em seus espíritos poder agir fisicamente expelindo ondas de calor de suas bocas (Apocalipse 11:5), fazendo a terra tremer, deslocando fisicamente milhares de pessoas do solo e fazendo levitar um pastor, tratava-se apenas de uma intenção demonstrativa da parte de Deus para ilustrar a veracidade da revelação, o que foi também comprovado profeticamente.

          Não há nenhum detalhe em suas aparências físicas que os distinguem de outros homens, o que há, portanto, é a questão da semelhança física entre eles próprios, o que impressionou e até assustou muitos dos presentes naquele evento, também não é objetivo deste texto diagnosticar os dons de “expelir fogo”, de causarem tremores na terra ou de deslocarem fisicamente pessoas que lhes estão distantes, pois tudo isso é dado por Deus (Apocalipse 11:3a), não tendo isso, aparentemente, relação com a fisiologia e morfologia de ambos. Desta forma, resta então procurarmos entender o propósito de Deus, conforme a descrição subliminar da Bíblia e a confirmação profética de serem ambos dois e um e o que isso realmente significa.

       Se não é facil para qualquer pessoa conceber que alguém fisica e morfologicamente comum possa ter as características já mencionadas, somente debaixo do poder e da vontade de Cristo este segredo (Apocalipse 10:7) poderá ser melhor compreendido. Se lermos atentamente o capítulo 11 de Apocalipse vamos observar que estes dois homens são tratados ora no singular e ora no plural: nos versículos 3 e 4 os dois são tratados no plural, como convém, já no versículo 5 diz: “Se alguém pretende causarlhes dano, sai fogo da sua boca”, ou seja, são tratados no singular e no plural. Nos versículos 6 e 7 são novamente tratados no plural. Na sequência, o versículo 8 se inicia tratando-os no singular, a palavra “cadáver” ou “corpo” é dita no singular e no versículo 9 estas mesmas palavras ainda referindo à eles são ditas no plural: então alguém como eu próprio, poderia pensar que é um erro gramatical da editora, mas isto persiste em praticamente todas as edições bíblicas, com poucas edições que, equivocadamente, fizeram estas correções, sim, porque no original grego a grafia está exatamente da forma gramaticalmente errada, mas a isso devemos entender que se tratava do segredo de Deus, que oportunamente, com a multiplicação da ciência (Daniel 12:3-4) seria então compreendido.

          Para obter então um posicionamento espiritual e racionalmente adequado, temos de nos situar em nossa limitação de tempo, o qual ainda não foi suficiente para que obtivéssemos uma linguagem mais precisa, tendo em vista que o atual estágio do conhecimento ainda não possibilita afirmações categóricas, mas que pela observação dos fatos, torna-se possível construir uma teoria bastante sólida. Diz o conhecimento genético ora consolidado que o homem tem em sua formação genética cinquenta por cento das informações genéticas de seu pai e cinquenta por cento das informações genéticas de sua mãe, então, considerando esta informação, somos levados a desacreditar no teor da profecia ocorrida no ano de 2.003, na mensagem subliminar presente no texto de apocalipse 11 já mencionada anteriormente e também na constatação da observação física de ambos, uma vez que seus pais não são as mesmas pessoas, mas notem que estamos falando da limitação científica que o tempo e outros fatores nos impõem, pois já tenho lido teorias de que a formação genética depende também de outros fatores, como por exemplo, das proteínas, porém, acima da intenção de se obter uma justificação científica que satisfizesse intelectualmente aos homens, temos então que considerar que este fato, missão ou ministério, como queiram chamar, têm sua origem há cerca de dois mil e seiscentos anos, quando era reconstruída as muralhas de Jerusalém e o templo de Salomão e se projetava o tempo da graça, uma nova maneira de Deus lidar com os homens (Zacarias 4:1-4 e 4:11-14) e corroborada pela profecia de Apocalipse 10 e 11.

          De acordo com palavras proféticas constantemente emanadas para o deslinde desta obra, estamos então diante de um sério dilema: Se insistirmos na busca de uma explicação científica estaremos demonstrando falta de fé no Criador de todas as coisas e em sua onisciência e onipotência e se demonstrarmos fé incondicional nestas características divinas sem o respaldo científico, ainda que este se mostre insuficiente para dirimir as dúvidas que adviram, poderemos ser vistos até mesmo como fanáticos, o que certamente não é o desejo de ninguém. Estamos então compelidos a aceitar que Deus deseja demonstrar à humanidade o seu elevadíssimo, ou deveria dizer pleno nivel de conhecimento, com o qual pretende reinar sobre ela com amor, paz e harmonia, mas também com poder e fogo!

          Considerando que as verificações científicas parciais tenham sido enquadradas e mostradas insuficientes para a

compreensão plena da vontade do Criador, somos então levados a entender que esta missão deve seguir à frente desta compreensão, ao nível do sobrenatural, firmando-nos no uso dos sinais já apresentados até que chegue o dia em que definitivamente deem o testemunho que devem dar, testemunho este que terá como consequência a revelação da identidade da besta escarlate (Apocalipse 11:7), que declarará guerra a estes dois profetas mártires.

       Como os sinais apresentados são exclusivos deste Ministério, o qual temos por ordem divina levar ao conhecimento de todos os cristãos, cabe-nos então revelá-los na medida em que ocorrem, para que a Igreja esteja preparada para os fatos proféticos que em breve estão por vir. Temos de dizer que alguns destes sinais são próprios da morfologia de ambos, ainda que não alcançadas as provas científicas, mas pela própria percepção de suas ocorrências e uma que chamou a atenção é o fato de agirem de forma sincronizada, como que suas mentes estivessem interligadas, o que na busca por uma explicação científica para este fato, percebi que isto se devesse à ação das recém-descobertas ondas T (T-waves), que são as ondas do Sistema Nervoso Central que emitem sinais para os nervos e músculos agirem e se isso ocorreu está então sinalizado que

as ondas emitidas por um deles podem agir sobre os nervos e músculos do outro ou então que ambos possuem a mesma Noesis (intelecto, compreensão, pensamento).

          Como já afirmamos em outras postagens deste blog e do blog HTTP://PROPOSTAFINAL-AMAODEDEUS.BLOGSPOT.COM/ também aqui recomendamos a todos os cristãos, líderes e liderados que não se apressem em pensar que esta obra é herética, pois vem sendo cuidadosamente examinada e provada desde o ano de 2.005, portanto muita cautela, pois todos os que se apressaram em prejulgamentos foram veementemente corrigidos pelo próprio Cristo, único digno e eleito para conduzir esta obra (Apocalipse 5:1-5), aceitem contudo, que está ordenado que a Igreja seja preparada e que as informações serão emitidas em momento oportuno e antes de qualquer dúvida, se de fato deseja obter a confirmação destas informações, se pedi-las ao Deus onisciente e onipresente Ele certamente responderá ao seu coração, portanto saiba ouvir a voz de Deus.

          Creio que até o momento estas informações são suficientes para que o Povo de Deus comece a se familiarizar com o Ministério das Duas Testemunhas e conto com a compreensão de todos para que não tenham qualquer ansiedade quanto às revelações que ainda estão por vir, mas tenham a certeza que aquele que em nós começou a Boa Obra a aperfeiçoará até o dia de Jesus Cristo!

Por Nelsomar Correa em 10 de junho de 2011

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Você está pronto para viver a eternidade?

               A eternidade, que hoje muitas pessoas vêem como algo  surreal é o projeto original da criação humana, que pela desobediência, foi temporariamente suspenso para que melhor fosse compreendido pelo homem.

           A palavra eternidade traz em si uma idéia de tempo futuro infinito, porque estamos acostumados a pensar que temos de tomar posse de nosso espaço no mundo, de vermos o mundo a partir de nossa existência ou quase, um egocentrismo e isso por um lado é positivo, mas esta atitude não pode ser exercida sem a concepção da perenidade do próprio tempo.

           Para que possamos compreender o que é eternidade e o que é a perenidade do tempo, temos então que compreender o que é o tempo. Para nós humanos, moradores do planeta terra, convencionamos dividir o tempo em milênio, século, década, ano, mês, dia, hora, minuto, segundo e frações de segundo, mas toda esta concepção de tempo está associada aos movimentos de rotação e translação do planeta terra e só diz respeito ao nosso ponto de observação e afetação destes movimentos. Se porventura  viermos a morar na lua ou em outro planeta maior ou menor do que a terra, esta concepção de tempo seria alterada haja visto que estes movimentos possuem durações diferentes do que os da terra.

          Contamos então o nosso tempo pessoal conforme a quantidade de rotações da Terra, ou seja de dias que vivemos sobre o nosso belo planeta, assim, uma criança que completou hoje dez anos poderia dizer que tem 3.652 rotações, pois o ano tem 365 dias, que corresponde ao ciclo do movimento de translação, mas que a cada quatro anos deve ser acrescido de um dia, chamado ano bissexto, então hoje esta criança terá vivenciado dez translações mais duas rotações, simplificando, uma década.

       Acho que já nos situamos em nossa condição humana, agora conscientes de nossa limitação, podemos prosseguir para a idéia do que é a perenidade do tempo ou a eternidade. Temos agora que compreender que a eternidade não se resume no tempo infinito futuro, mas também no tempo infinito passado, quando a única existência era Deus, o Criador de todas as outras coisas existentes.

        A concepção original do homem feita pelo Criador era de que fosse eterno como Ele, mas a eternidade é feita de compromisso e este compromisso é a lealdade, a obediência. De seu ponto de observação eternal, que não está restrito pela nossa idéia de tempo, certamente Deus se comove com a pobre condição humana advinda da desobediência aos seus princípios que têm a plenitude da sabedoria da eternidade.

         A rotina humana de acordar ao alvorecer com o dever de buscar o sustento, num ambiente de convívio social competitivo no trabalho, na família, no trânsito, na vizinhança e em outros meios sociais, nos quais muitos não contêm suas vaidades e orgulhos e onde a humildade é confundida com a falta de esclarecimento e ao retornar para nossas casas depois de um dia de trabalho intelectual ou braçal, novamente deparamos com o trânsito caótico, pois o TEMPO é o mesmo para todos naquela cidade, dado ao fuso-horário consequente da rotação do planeta.  Em casa, lugar de descanso, as responsabilidades com os filhos nos faz dedicar-lhes atenção, instruindo-lhes no ingresso nesta realidade que criamos, pela desobediência ao CRIADOR.

          Estamos portanto limitados pelo tempo, tempo de nascer, tempo de crescer, tempo de aprender, tempo de trabalhar, tempo de casar, tempo de ter filhos, tempo de ensinar, tempo de viajar, tempo de congregar, tempo de evangelizar, tempo de descansar e tempo de morrer e diante destas rotinas, que aprendemos empiricamente, somos expostos a duas correntes de visão: a visão humanista e a visão divina. 

         A visão humanista, elaborada por pensadores. escritores e intelectuais apresenta o homem como o autor dos fatos, enaltece os feitos humanos e seu modo de vida, apostando na capacidade humana na explicitação de todos os mistérios da existência. 

          A visão divina mostra um homem restrito por sua condição temporal e física e que por isso carece do amparo do ser eternal, o Supremo criador de toda a existência para tudo que almeja fazer.

           Estamos diariamente expostos à estas duas correntes conflitantes, pois temos de conviver com pessoas que não pensam necessariamente como nós e às vezes com pessoas que não seguem visão alguma, o que é mais grave.

           O tempo humano é limitado em si mesmo, pois é decorrente das obras da criação, o tempo de Deus, o Criador é ilimitado, é perene, e por amor à sua criação Deus concede sua sabedoria (Eclesiastes 12:9-14, Daniel 1:17, Tiago 1:5-6) para que alcancemos a compreensão da grandeza de seu propósito original e queiramos, pelo  livre arbítrioser redimidos e merecedores da obtenção deste propósito.

           Publiquei uma matéria no blog http://propostafinal-amaodeDeus.blogspot.com/ intitulada “O homem anseia descobrir os mistérios de Deus”, na qual abordei a celeridade com que as tecnologias se desenvolvem nos dias atuais, conforme estava previsto no Livro de Daniel, capítulo 12:3-4, abordei o desenvolvimento do projeto LHC – Large Hadrons Collider ou grande colisor de hádrons, no qual os cientistas provocando o choque de partículas de prótons ou chumbo, segundo a teoria do bóson de Higgs, ocasionaria a existência da não-matéria, ou a partícula essencial da existência, que poderia permitir o deslocamento do homem no tempo, assim o homem conseguiria ir ao passado ou ao futuro.

          Tendo por base que o tempo humano é relativo, isso me motivou a tentar compreender como se viveria na eternidade de Deus, como pode Deus transitar no tempo, trazendo aos profetas visões do futuro, do passado e do presente (Tiago 1:5). A Bíblia diz que na morada eternal não há noite e que a presença do Criador enche de plenitude aqueles que o rodeiam, porém sabemos que aos anjos que habitam com Ele são dadas missões na execução das obras deste reino entre os homens e também aos seus escolhidos entre os homens são dadas missões, capacitando-os com dons do Céu.

          Vislumbrei todo o universo conhecido, as estrelas, cuja luz ainda não chegou até nós, vi as galáxias a protegerem a órbita dos planetas, vi a precisão com que esta translação ocorre, permitindo que os planetas tenham momentos de calor, frio e temperaturas amenas, lembrei-me das frases célebres de alguns cientistas como Albert Einstein, que disse: “Deus é a lei e o legislador do universo”, de Isaac Newton, que disse: “Do meu telescópio, eu via Deus caminhar! A maravilha, a harmonia e a organização do universo só pode ter se efetuado conforme um plano de um Ser todo poderoso e onisciente!” De Louis Pasteur, que disse: “Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito nos aproxima”. Lembrei-me de Cristo glorificado, que antes de se fazer carne disse ao profeta Daniel: “O saber se multiplicará e os sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento” e vi que isso se aplicava a estes cientistas.  Compreendi por estas palavras que Jesus veio para abrir o caminho da verdade, pois a ciência se prima pela verdade, pelo que se pode provar, o que não se pode provar ela própria estabelece como “Teoria”, que Jesus veio para abrir o caminho da vida, pois somente revogando o nosso “EU” e permitindo que Ele viva em nós, obteremos a vida eterna! (João 14:1-14) e conclui que quem não lê a Bíblia não pode obter a verdadeira sabedoria e desperdiça seu tempo com as coisas desta restrita vida humana!

          Compreendi que as palavras de Cristo quando disse que É o caminho, a verdade e a vida, como caminho Este Ser eterno e glorificado veio encarnar a necessária direção da eternidade, que tantas vezes, por meio de profetas, sacerdotes e reis foi mostrado aos homens, mas que, por serem estes também homens mortais, não se alcançou por completo este objetivo, fazendo-se necessário a vinda deste Messias, que já estando nessa eternidade, fazendo-se carne, vivendo como homem e pensando como homem foi capaz de mostrar-nos com bastante clareza este Caminho.

          Lembrei-me que os hipócritas escribas e fariseus, por verem seus sofismas e paradigmas expostos pela luz deste caminho e ameaçados em suas “zonas de conforto”, buscavam denegrir aqueles ideais chamando os primeiros cristãos, os apóstolos e seus discípulos como “os membros da seita do caminho” Contemporizei esta atitude farisaica com os dias de hoje e percebi que muitos que se acham “Salvos” ou “santos”, sem perceber, possuem exatamente esta mesma atitude, apressando-se em prejulgar (julgar antes de conhecer o outro lado dos fatos), quando não nos é dado o direito nem mesmo de julgar (quando conhecemos os dois lados dos fatos) e como tenho visto máscaras cairem devido a esta atitude precipitada!

          Compreendi que as palavras de Cristo quando dizia que É a verdade estava Ele dizendo que não veio a este planeta à passeio, mas que seu ministério rasgaria a cortina que separava o Santo Lugar do Santíssimo Lugar, que aquela cortina estava imunda pela hipocrisia da religiosidade dominante, que de posse da espada do espírito (Apocalipse 1:16), as suas palavras adentrariam ao mais profundo da consciência humana, dali extraindo a Justiça que promove a Verdade, esta verdade que liberta!

          Lembrei-me que também a Igreja por Ele criada, tendo os seus membros permitido que falsos sacerdotes fossem alçados à sua liderança e nela tentassem acrescentar dogmas e heresias, levando à fogueira, à forca e à guilhotina àqueles que se opusessem, viu esta ESPADA já desembainhada pela palavras do CAMINHO a atingir-lhe o coração, fazendo-se renovada na Reforma daqueles protestantes. Vi também que a liderança protestante que sucedeu aos originais, formada pelo HOMEM, ser frágil e pecador, conhecendo o conforto e benesses conseguidas pela RELIGIOSIDADE, como os fariseus e os Católicos Romanos, igualmente se acomodaram na “zona de conforto”  ao invés de buscarem os dons espirituais que inspiraram John Wicliff, Huss e Lutero. Porém a Espada de dois gumes está sempre desembainhada (Ezequiel 21:5) e ao morrer na fogueira João Huss (ganso na língua boêmia) profetizou em alta voz: “Hoje vocês estão matando um ganso, mas daqui um século nascerá um cisne, o qual não poderão matar! Um século depois Lutero (cisne em alemão) pregava as 95 teses na Igreja do Castelo de Wittemberg, dando início à Reforma Protestante.

       Jesus determinou que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Sua Igreja e não obstante a pouca fé e fraquezas humanas, o Cavalo Branco, (Apocalipse 6:2) que é o Evangelho seguia vitorioso em seu galope e em 14 de abril de 1906, na Rua Azuza, novamente é desembainhada a Espada do Espírito, e é iniciado o reavivamento espiritual da Sua Igreja, voltando ao que fora inicialmente planejado, o qual deu origem às igrejas pentecostais. Jesus havia recomendado à sua Igreja que buscasse os dons espirituais, através dos quais Seu povo estaria em constante contato com Ele, sendo edificado e quando necessário corrigido (João 16:13).

       E você, no que tens crido? Num Cristo crucificado num madeiro ou num Cristo Vitorioso e que age por meio do Seu Espírito Santo? Você ainda duvida que a Espada de Deus age na Igreja e também na sua vida? Se ainda tiver um pequeno fragmento de dúvida, você ainda não passou pelo Vale do Jaboque, ou seja, você ainda não teve um encontro com Deus! E sem este verdadeiro encontro não poderá ter noção do que significa viver a ETERNIDADE e não está preparado para ela! A SEARA ESTÁ MADURA E O TEMPO DA COLHEITA CHEGOU!


Por Nelsomar Correa em 20 de maio de 2011

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Por que devo conhecer o Apocalipse

         Por que devo conhecer o Apocalipse?         


Amados irmãos cristãos de todas as

 denominações,


Vídeos que mostram os sinais do tempo – Olhem para Israel!


           Gostaria de convidar-vos a fazer uma breve reflexão sobre o modo como a Igreja de Deus tem se posicionado quanto à pregação e ao ensinamento do Livro de Apocalipse, bem como todas as passagens bíblicas que se referem à conclusão da obra de Deus para com a humanidade.

             

     O que me moveu a escrever este artigo foi a constatação de que este tema parece ser tabu nas igrejas, que na maioria das vezes buscam temas inerentes à prosperidade, à paz, à fraternidade, à fé, à comunhão e ao bom relacionamento interpessoal. É lógico que todos estes temas devem ser não apenas ensinados, porém mais que isso, praticados, até porque a boa prática deles nos garantirá passaporte para a eternidade, além de nos ajudar a evitar uma série de aborrecimentos enquanto estivermos neste planeta.

                           Graças à Deus, podemos ver no Brasil dos dias atuais praticamente uma igreja cristã em cada quarteirão de nossas cidades e cada uma delas caprichando para levar aos seus membros e convidados uma mensagem de estímulo, fé e esperança e também promovendo eventos diferentes, que distraem os fiéis da entediante e às vezes árdua jornada semanal e tudo isso é bastante positivo e realmente os sacerdotes cumprem um importante papel na harmonia social, o que é muito positivo para o conjunto da sociedade, além disso, muitas Igrejas também desenvolvem relevantes trabalhos de resgate de pessoas que vivem à margem da sociedade, abrigando-as e proporcionando dignidade à estes que o Estado muitas vezes não quer ver.

                           Tudo isso é maravilhoso e agrada aos olhos de Deus, mas somando-se a esta missão social e espiritual, a Igreja cristã também tem a missão de preparar, com muita cautela, todos os fiéis para os momentos que precedem a volta de Cristo. Vejam bem, amados, não estou aqui falando do zelo em nos afastar do pecado, pois para isso devemos estar cotidianamente preparados, não apenas porque o pecado nos afasta de Deus, mas porque o pecado escraviza e quem gosta de estar escravizado?


 Falo-vos amados, que devamos estar atentos aos sinais, tais como guerras, terremotos, maremotos, a violência urbana e dentro dos lares; mas alguns certamente dirão que estas coisas sempre existiram e em parte é verdade, mas certamente não na intensidade e sequência que hoje podemos ver, mas além da intensidade e sequência também devemos estar atentos quanto aos povos e nações envolvidas nesses acontecimentos e para isso devemos, de fato, conhecer as profecias escatológicas, não apenas para podermos compreender os sinais, mas também para apontá-los aos que não os conhecem, pois dos remidos é a missão de pregar o evangelho, até que venha o filho do homem, e estes acontecimentos constituem fatos inseparáveis do evangelho.

                 Ainda que os cristãos não tenham chegado a um consenso quanto a uma interpretação única dos fatos escatológicos, estes fatos, por si só, levarão todo o povo de Deus a chegar a este consenso, pois, certamente Deus não permitirá que a geração que verá a vinda de Cristo  e àqueles que vivenciarão o período da Grande Tribulação estejam de tal forma desorientados que não saibam que caminho seguir nem que decisão tomar nestes momentos de grande ansiedade e tensão. Imaginemos que tendo havido o arrebatamento, os remanescentes, vivendo a perseguição do anticristo e ainda estarem debatendo qual visão seja a correta – o pensamento pré-milenista ou pós-milenista ou quem sabe meso-milenista, ou pré ou pós tribulacionista, ou quem sabe meso-tribulacionista. Não amados, os fatos por si só se tornarão em medidas para a Igreja de Deus, que embora parte dela seja arrebatada depois de enfrentar grandes flagelos (Mateus 24), outra parte será especialmente ungida para levar o evangelho durante a chamada “Grande Tribulação”, que na ocasião estará representada pelos 144.000 eleitos e também pelas Duas Testemunhas. (As testemunhas estarão mortas por três dias e meio antes do arrebatamento)

 

       Estereótipo das duas testemunhas com trajes antigos profetizando sobre o Muro das Lamentações – parte das ruínas do Templo de Salomão, no pátio do qual atualmente está erigida a mesquita de Omar.

 Este vídeo apresenta uma das interpretações mais contundentes sobre a identidade da besta – o sexto papa-monarca


                     Caros irmãos, não devemos ter medo de afugentar fiéis de nossas igreja ao debatermos temas tão “pesados”, porém hoje, mais do que necessários, haja visto a evidência dos fatos. Devemos deixar de lado o ceticismo e pensarmos com muita cautela, lógica e razão. Como sabemos o período da “Grande Tribulação” será um curto tempo de sete anos divididos em dois outros períodos de 42 meses cada, que, segundo a interpretação dispensacionalista, que engloba a maioria dos cristãos, iniciar-se-ão logo após o arrebatamento (depois da Igreja presenciar grandes flagelos – Mateus 24). O primeiro período será marcado por paz e o segundo por grandes tensões e guerras, nos quais o anticristo ostentará um domínio econômico, político e também religioso que influenciará todo o planeta.

                           É bem verdade que quando as nações  mais influentes passam por crises financeiras logo o burburinho apocalíptico se aflora, isso ocorreu na época do movimento protestante, quando Lutero atribuía à figura papal a imagem da besta, ocorreu na época que o Império turco-otomano dominou a Europa, atribuíram também a Hitler o papel do anticristo, também à extinta União Soviética, na época da Guerra Fria e agora muitos acreditam que pela influência da Al qaeda algumas nações detentoras do petróleo, que move a economia mundial, formarão o eixo que sustentarão o governo do anticristo. Não há qualquer pecado em se tentar esquadrinhar as profecias e tentar enquadrá-las aos fatos contemporâneos da geração em que ocorrem, o problema está em se fazer afirmações categóricas antes que se tenha uma prova incontestável da parte de Deus.

                     Devemos ensinar Apocalipse nas igrejas porque posso afirmar que a grande maioria dos fiéis cristãos não sabem nem a metade dos assuntos que estamos tratando nesta matéria e como ninguém tem a plena certeza de que estará no arrebatamento ou fará parte dos remanescentes, mais que necessária se torna a compreensão e o estudo e ensino de todas as interpretações, para que chegando os fatos e os sinais se possa compreendê-los completamente, não só para sua própria sobrevivência ou salvação, mas principalmente para levar àqueles que estão longe da fé este conhecimento e assim possam, à tempo, se achegarem aos caminhos do Senhor e se for o caso, terem uma segunda oportunidade de salvação após o arrebatamento, quando então o chamado não mais será feito mediante o amor, mas pela dor.

                          Quanto aos que já estudam rotineiramente os fatos escatológicos é aconselhável que sejam flexíveis em suas interpretações, considerando todas as implicações decorrentes de cada uma delas, como por exemplo, onde será a sede do reino milenar, se a Igreja arrebatada retornará à terra para reinar com Cristo ou serão apenas os salvos da Grande Tribulação, compreender que a terra não será destruída, pois como prova da promessa que isso não ocorrerá Deus pôs sobre seu trono o arco da promessa (Ezequiel 1:27-28), (Gênesis 9:9-17).

 

     



Nestes livros o Pastor David Dyer aponta um líder da Al Qaeda como o anticristo e os USA como a Grande Babilônia



http://www.graodetrigo.com/MP3/David_Dyer_Sabado.mp3

  Em sua postagem original sobre as duas testemunhas o pastor David Dyer fala sobre a sua visão das duas testemunhas como um grupo de pessoas e não dois homens com um só corpo (dna). O que os fatos apontam é que são sim dois homens e o grupo de pessoas realmente existe e são 144.000 que pelejarão contra o anticristo juntamente com as duas testemunhas. Temos comunicado ao Pastor David Dyer que a informação contida em sua publicação sobre as duas testemunhas tem nos confirmado as profecias contemporâneas sobre as duas testemunhas. Neste áudio o Pastor David renova sua posição para o seguinte sentido: “Se as duas testemunhas são geneticamente um mesmo ser, o povo de Deus forma também um só corpo, então devem ambos se ajudarem mutuamente para o engrandecimento do evangelho”. Que visão sensacional, parabéns pastor David!

                   

                      Certamente também alguém se perguntará : Porque eu devo estudar o apocalipse, se não frequento nenhuma Igreja? A resposta é muito simples – por que ninguém no planeta terra estará imune aos acontecimentos, ou seja, não haverá lugar algum no qual não se ouvirá as notícias de que realmente tais acontecimentos se referem ao cumprimento das profecias bíblicas.

           Alguém ainda dirá: Eu não acredito nestas coisas, isso é coisa de loucos fanáticos, para estes restam além dos fatos que testemunharão, as palavras do próprio Deus que se encontra em 1 Corintios 1:25, que diz: “A loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria dos homens e a Sua fraqueza mais forte que os homens” e também no Evangelho de Marcos 13:31, onde disse: “Passarão céus e terra, mas as minhas palavras não passarão!”

Dissemos no início desta matéria que para compreendermos os sinais, deveríamos identificar as nações onde os mesmos ocorrem, contextualizando com as profecias bíblicas. Vejamos esta profecia para os tempos finais que dizem respeito ao atual estado do Irã e que se encontra em Jeremias 49:35-39: “A palavra do Senhor, que veio a Jeremias, o profeta, contra Elão, no principio do reinado de Zedequias, rei de Judá, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que eu quebrarei o arco de Elão, o principal do seu poder. E trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro cantos dos céus, e os espalharei na direção de todos estes ventos; e não haverá nação aonde não cheguem os fugitivos de Elão. E farei que Elão tema diante de seus inimigos e diante dos que procuram a sua morte; e farei vir

sobre eles o mal, o furor da minha ira, diz o Senhor; e enviarei após eles a espada, até que venha a consumí-los. E porei o meu trono em Elão; e destruirei dali o rei e os príncipes, diz o Senhor. Acontecerá, porém, nos últimos dias que farei voltar os cativos de Elão, diz o Senhor”.

              No mapa abaixo (em vermelho)  destaca-se o antigo Elão, onde hoje se localiza a central nuclear iraniana na cidade de Bushehr, que enriquece urânio capaz de fazer armas nucleares. (clique duas vezes no mapa para ampliar).

             Como esta profecia ainda não se cumpriu, somos levados a entender que fatos proféticos ocorrerão de modo que este país composto por muçulmanos extremamente fundamentalistas e muitas vezes radicais, entendam e convertam seus corações ao Senhor, rendendo-se à divindade de Jesus Cristo, muito provavelmente travarão uma guerra contra Israel, contra quem já lutou outras vezes na antiguidade, serão espalhados pelas nações da terra e durante o reino milenar Jesus os farão retornar à sua terra.

Por: Nelsomar Correa em 21 de maio de 2013

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O Criador (Parte VI)

          ATENÇÃO: Esta é uma série de estudos, por isso sugerimos que leiam esta série sequencialmente para que acompanhem o desenvolvimento do raciocínio que pretendemos levar aos nossos leitores. Você encontrará os links desta série ao final deste texto. Obrigado


                Temos visto nos estudos anteriores desta série, que existe uma sequência de acontecimentos relatados no primeiro capítulo de Gênesis que nos apresentam uma fascinante certeza da grandeza insondável do único Deus Criador, certeza esta que, mesmo deixando de lado nossa fé cristã e estudando minuciosamente as descobertas científicas disponíveis sobre o nosso planeta, o cosmo e os astros, ainda que não mais quiséssemos abraçá-la, isto se tornaria impossível, pois assim entraríamos no rol dos insensatos, haja visto que esta ciência humana, cujo progresso foi desejado e permitido por Deus e informado por meio de seus servos profetas, atualmente, tão somente confirma as Sagradas Escrituras, honrando assim esta fé, que por séculos herdamos de nossos pais.

        Seguindo nesta sequência, na parte VI deste estudo adentraremos no assunto mais polêmico da criação: a criação do homem e toda a imensa celeuma que este tema suscita. Assim segue que já havido Deus organizado todo o sistema solar e o planeta terra em particular interesse como nosso lar, de modo que nele pudesse criar vidas vegetais e almas viventes, conforme vimos nos estudos anteriores, toda esta sequência é hoje comprovada por sofisticados aparelhos e técnicas científicas e assim sendo, tanto a Bíblia como a ciência nos informa que a vida surgiu em nosso planeta inicialmente nas águas, pois esta tomava totalmente sua superfície, não havendo porções de terra emersas, sendo estas águas inicialmente muito tóxicas devido aos gases que eram expelidos dos vulcões submersos, impossibilitando assim formas sofisticadas de vida.

                  Com o passar dos séculos a ação dos vulcões submersos e a movimentação das placas tectônicas ocasionaram a emersão de partes de terras, as quais deram origem aos continentes e assim formas de vidas marinhas migraram para as partes emersas e outras se originaram na própria superfície sólida. Meditemos nestas palavras: a ciência nos diz que as formas de vida surgiram nas águas e a Bíblia nos diz em Gênesis 1:20: “Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente”, ora, Deus não cria diretamente os animais marinhos, mas dá ordem para que as águas os criem, qual é então a contradição entre as Escrituras e as descobertas científicas? Posteriormente a Bíblia nos diz em Gênesis 1:24: “Produza a terra seres viventes conforme a sua espécie” e novamente também temos de concordar que Deus não cria diretamente os animais que habitam as partes emersas do planeta, contudo ordena que esta o faça, não havendo também aqui contradições entre a Bíblia e a ciência.

              Conforme havíamos dito anteriormente nesta série de estudos, não podemos condicionar Deus ao nosso sistema de contagem do tempo, pois as Escrituras nos informa que para Ele um dia pode ser um ano, um século ou um milênio ou mais, desta forma é sensato então compreendermos que os sete dias da criação são, na verdade, sete etapas, cujos tempos exatos conforme nosso entendimento de tempo, nem a Bíblia nem a ciência nos informa.

                     Assim nos diz o texto Bíblico, seguindo na sequência de nossos estudos: “E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie, gados, répteis, e bestas-feras da terra conforme a sua espécie. E assim foi. E fez Deus as bestas-feras da terra conforme a sua sua espécie, o gado conforme a sua espécie, e todo réptil da terra conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as as aves dos céus, e sobre todos o animal que se move sobre a terra. E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente e que está sobre a face de toda a terra e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente; ser-vos-ão por mantimento. E a todo animal da terra, a a toda ave dos céus, e a todo réptil da terra, em que há alma vivente, e toda erva verde lhes será por mantimento. E assim foi.”

                      A ciência nos informa que o planeta terra sofreu uma espécie de “lapso temporal” em sua história geológica, cujo evento é descrito pelo nome Evento K-T, decorrente do impacto de um grande corpo celeste sobre sua superfície, ocorrido na Península de Yucatán, no México, conforme relatamos nesta série de estudos na página O Criador (Parte III). Como consequência deste evento, a terra mudou de era geológica e cerca de setenta e cinco por cento de toda forma de vida extinguiu-se, inclusive os gigantescos dinossauros. Conforme os textos bíblicos e também conforme nos informa a ciência, o gênero humano não conviveu com os dinossauros, portanto as espécies relatadas no texto bíblico acima são semelhantes às que hoje conhecemos.

                    Conforme o estudo que está no link acima, este mesmo evento é mencionado na Bíblia, nos livros de Ezequiel 28:13-17, Isaías, 14:12-14 e Apocalipse 12:7-9 e segundo renomados estudiosos bíblicos, trata-se do episódio da expulsão de Satanás do paraíso em direção à terra, em meio à pedras afogueadas; portanto existe uma sequência de fatos que nos informam que Satanás já estava sobre toda a superfície da terra quando Deus fez o homem para dela cuidar. Diferentemente de toda a criação de Deus sobre a terra, seja ela vegetal ou animal, que surgiram mediante uma ordem divina para as águas e a terra produzissem vida animal e vegetal, quanto ao homem, Ele utiliza um processo direto: Ele cria o homem com suas próprias mãos e com seu próprio sopro em seu nariz, este recebe vida! A Bíblia nos informa quantos anos viveu o primeiro homem, a quem Deus chamou de Adão, ela nos informa também as genealogias ocorridas de Adão até Noé, de Noé até Abraão, de Abraão até Moisés, de Moisés até Davi e de Davi até Jesus, que nasceu há 2014 anos atrás aproximadamente; portanto estas informações nos permite ter uma data bastante aproximada de quando Deus criou o gênero humano.

                       Exatamente neste ponto surge todas as celeumas no tocante à criação e da morfologia do homem, seja nas diferentes interpretações bíblicas, seja no contraste existente entre a visão científica e a visão bíblica. Primeiramente precisamos clarificar as divergências existentes entre a visão bíblica e a científica, para então partirmos para as discussões internas existentes entre as diferentes interpretações bíblicas, não apenas quanto à criação de Adão, mas como de todo o gênero humano.

                          Desde que Charles Darwin publicou sua obra “A teoria da evolução natural, criou-se no meio científico um grande interesse pelo conhecimento da origem humana e sua evolução, ramo da ciência chamado “Antropogênese”. Segundo os dados científicos baseados em esqueletos pré-históricos, a antropogênese defende a ideia de que o gênero humano e os chimpanzés descendem de um ancestral comum, que viveu há cerca de 5 a 7 milhões de anos atrás, sendo que os ancestrais humanos derivaram de uma ramificação diferente, a qual deu origem ao filo Homo. Nesta classificação homo, existiram outras espécies que se extinguiram como o Homo Erectus da Ásia,  o Homo Neanderthalensis da Europa e o Homo Sapiens Arcaico, que viveu entre 400.000 e 250.000 anos atrás. Todos estes estudos e todas as descobertas de fósseis pré-históricos que levaram os cientistas a elaborarem esta teoria, esbarram, todavia, no que nos informa a Bíblia sobre a origem humana, pois conforme dissemos anteriormente, embora a Bíblia não contraste as informações científicas quanto à criação de todos os animais e plantas, quanto ao homem, contudo, esta é bastante clara em afirmar que o mesmo não se originou de um processo evolutivo natural, que segundo as Escrituras, se trata de uma ordem emanada de Deus, mas sim que o mesmo tenha sido feito diretamente pelas Suas mãos.


                  Além desta divergência fundamental para que saibamos definitivamente nossa origem, a Bíblia também contrasta com a ciência no que se refere à data do surgimento do homem (Adão): A ciência informa que o Homo Sapiens, mais conhecido como humano ou simplesmente gente tenha surgido há cerca de 200.000 anos como uma evolução do Homo Sapiens Arcaico e que adquiriu as características do homem moderno há cerca de 50.000 anos, enquanto a Bíblia, pela genealogia de Adão até Jesus Cristo, onde nos informa uma data aproximada de seis mil e quarenta anos. (Leia mais em Genealogia de Adão até Jesus). (clique na imagem para ampliá-la)


                     Embora tenhamos uma data muito aproximada da existência de Adão, ainda assim não temos elementos suficientes para concluirmos se sua idade começou a ser contada após a sua queda ou após sua criação, uma vez que não haviam motivos para se contar sua idade, haja visto que inicialmente fora criado para ser um ser eterno e além do mais não havia sido criada a escrita e tampouco o calendário. O surgimento da escrita divide a história humana da pré-história, a qual se inicia com o surgimento do homem. Estudiosos bíblicos tentaram solucionar este imbróglio dividindo a vida de Adão entre o período de inconsciência e o período de consciência, tendo por inconsciência quando este vivia em estado de pureza e não tinha consciência de seu corpo e não percebia sua nudez e ao período de consciência quando é informado que o mesmo, tendo comido da árvore do conhecimento do bem e do mal, passa a ter então consciência do puro e do impuro e percebe sua nudez. Ora, se Deus não conta o tempo como nós o fazemos e sendo Adão o primeiro homem, que até então não tinha qualquer conhecimento de escrita ou matemática, a informação de quanto tempo tenha durado o estado de inconsciência de Adão continuará a ser um grande mistério, mas isso não configura um obstáculo ao nosso propósito de identificar com bases bíblicas, a origem humana.

                        Uma outra questão que entra em debate neste tema é a existência de diferentes etnias humanas, todas elas feitas à imagem e semelhança de Deus. Vamos inicialmente identificar um aspecto importante deste texto bíblico, onde Deus, diferentemente de quando ordenou a existência de toda vida sobre a terra, quanto ao homem todavia disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Deus aqui fala no plural “façamos”, portanto alguém o acompanha nesta tarefa e este alguém é Seu Verbo Criador: Jesus! Mas ainda que saibamos que morfologicamente Jesus tenha sido um homem igual a qualquer outro, vamos compreender melhor o que significa, de fato, imagem e semelhança. Geneticamente tratamos por imagem a composição física de um ser, ou seja, a disposição física da cabeça, tronco e membros, a quantidade de dedos, a localização dos órgãos sensoriais como olhos, ouvidos, boca, nariz, pele, cabelos e a forma e disposição dos órgãos internos e tratamos por semelhança as variedades de textura e cor nestes órgãos que têm uma mesma distribuição física do ponto de vista da imagem. É nas semelhanças que ocorrem algumas variedades das espécies humanas como: cor dos olhos, da pele, dos cabelos, textura dos cabelos, etc. Não há motivos para contestar os argumentos científicos para a existência das diferentes etnias, que se baseia em mutações genéticas, pois sabemos que o mesmo ocorrem com as plantas, a ciência consegue melhorar geneticamente os bovinos para que produzam mais carne e leite, consegue melhorar geneticamente as plantas para que resistam às pragas, logo, devido às suas migrações pelos diversos biomas do planeta não é difícil imaginar que a genética humana possa também ter sofrido mutações, com o intuito de se adequar à climas e radiações solares diferentes.

                               Evidentemente como cristãos temos de crer que toda e existência, incluindo os humanos foi feita direta ou indiretamente por Deus, mas será que todos os humanos foram de fato feitos diretamente por Ele? Este é outro aspecto da existência humana que tem causado calorosos debates, pois tende a classificar alguns povos ou etnias como inferiores, caso não se tenha a devida compreensão dos fatos. Em diversas passagens bíblicas alguns povos são citados como “filhos do homem” e outros como “filhos de Deus”. O estudo deste tema escrito pelo Dr. Peter S. Ruckman (link: Os filhos de Deus) traz muitos esclarecimentos sobre este assunto, contudo ao finalizá-lo, ainda encontramos alguns pontos com os quais não concordamos. Nosso desejo é alcançar um ponto de encontro onde os argumentos científicos possam ser compreendidos mediante argumentos bíblicos e para isso o Dr. Ruckman presta, em parte, grande contribuição.

                    O ponto em que não cremos ser correto e que também não permite uma composição com os argumentos bíblicos e científicos é a sua interpretação sobre quem sejam os “filhos de Deus”, quando versa sobre o versículo de Gênesis 6:4, que diz: “Os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos”. Na visão de Ruckman estes filhos de Deus são anjos caídos que geraram inúmeras pessoas sobre a terra e que voltarão para reproduzirem-se e povoar novos planetas como uma raça que nega a Deus, sendo contudo frustrados neste intento. Como temos dito em nossas postagens neste blog e em nosso outro blog http://propostafinal-amaodedeus.blogspot.com/, a muita letra mata a palavra de Deus e os estudiosos, assim como todo homem, também sofrem influências do meio e da época em que vivem, talvez seja este o problema aqui. Temos de ter muito cuidado ao expressarmos nossas opiniões particulares, pois involuntariamente somos tendenciosos; a Igreja deveria sempre ser guiada e ministrada pelo espírito santo, por meio dos profetas de Deus, pois assim não haveriam espaços para conjecturas particulares e as dúvidas seriam sanadas mediante a verdade vinda diretamente de Deus.

                      Após a queda de Adão a Bíblia não relata que tenha havido uma geração totalmente pura e boa, não relata que tenha havido uma linhagem de homens ou mulheres puros e bons, também nos parece contraditório imaginar que os anjos caídos possam, nesta condição, serem chamados de filhos de Deus, ademais, Lúcifer e seus exércitos já haviam sido feitos pó sobre a terra (Ezequiel 28:16-18), e como cinzas, suas ações não podem ser mais que espirituais. logo, poderia então uma ação espiritual demoníaca gerar filhos? Podemos sim admitir isso da parte de Deus como ocorrera a Maria, mas da parte de demônios, isso certamente não encontraria respaldo nas Escrituras. Mas quanto aos anjos celestiais aí sim, podemos encontrar diversas passagens nas quais os mesmos se apresentam como simples homens, interagindo fisicamente (Gênesis 19:1, Gênesis 32:1, Salmos 78:49, Salmos 91:11, Marcos 1:13, Mateus 13:49, etc).

                       Acredito que até aqui desvendamos um pouco mais sobre a existência e a morfologia humana, mas certamente existem ainda muitas perguntas que a ciência, que atualmente conseguiu o mapear o código genético de diversos animais, plantas e até de humanos, não pode responder satisfatoriamente, como é o caso da precisão com que se movem os astros, permitindo-nos programarmos nossa vida coletiva, nossas datas, as plantações, com uma precisão tão grande, uma vez que não passamos de um grão de areia no deserto quando comparados com a grandeza do universo, Como podem povos indígenas que se fixaram em diferentes continentes isolados e distantes como a Austrália, as Américas e outras ilhas marítimas, os quais, muito antes do contato com esta ciência, manifestavam em seus rituais a devoção a um ser supremo, do qual se sentem filhos, a pedirem favores por meio de seus holocaustos? Sempre existiu portanto, mais que todos os animais e plantas (pois a Bíblia diz que também louvam a Deus), uma insistente ligação de devoção de todos os povos com um ser superior, independentemente das religiões, este é um instinto natural, que a ciência não pode negar. O que a ciência admite como teoria não pode ser aceita como uma verdade inconteste; ela diz que outras variedades do filo homo como o Neanderthalensis, o Erectus e o Sapiens arcaico se extinguiram, mas não aponta os motivos pelos quais “seus primos” chimpanzés, muito menos inteligentes e adaptados às hostis condições de sobrevivência dos tempos pré-históricos ainda se encontram entre nós com a mesma forma genética daqueles tempos; a ciência não consegue explicar porque dentre tantas espécies animais apenas o homem foi capaz de desenvolver um código de comunicação que lhe permite absorver e armazenar conhecimentos e de usá-los em seu benefício. Existe, portanto, na teoria da evolução humana, a quebra de um elo, que a ciência não consegue juntar. Portanto entre aceitar os argumentos científicos e os bíblicos, eu não tenho dúvida em escolher Deus!         

          Após a conjunção carnal entre os filhos de Deus e as filhas dos homens, surgiu sobre a terra uma etnia de gigantes, povos poderosos que pela força passaram a subjugar outros povos e pela força que tinham multiplicou-se a maldade humana. Deus então se arrepende de ter criado o homem e os animais e em Seu coração pretende destruí-los, contudo em vez disso decide castigá-los. Mas tendo Deus inúmeras vezes castigado a humanidade sem um resultado efetivo, resolve então traçar um plano de redenção para a mesma e o princípio e o fim deste plano conhecemos pelo nome de JESUS, o alfa e o ômega.

               E foi tarde e manhã, o sexto dia.

             

               Por Nelsomar Correa em 26 de setembro de 2014

                Enriqueça sua leitura lendo também estas páginas:

                O Criador (Parte I)

                        O Criador (Parte II)

                        O Criador (Parte III)

                        O Criador (Parte IV)

                        O Criador (Parte V)

                        O Criador (parte VI)

                O Criador (parte VII) 

                        O Criador (parte VIII)

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A besta capitalista que surge da terra

      O cumprimento sucessivo de diversas profecias bíblicas e as que estão em curso nas últimas décadas nos obriga a levar aos nossos irmãos em Cristo e aos demais amigos leitores de toda a terra, um texto reflexivo sobre estes fatos que estão assustando os moradores deste maravilhoso planeta, que o Criador nos deu por morada.

    Todos os fatos têm como causa única o egoísmo, a ganância, o orgulho e a prepotência, que são substantivos naturais ao homens que ignoram a existência de um ser infinitamente superior, que há cerca de cinco milênios tem alertado a humanidade quanto às consequências quando estes substantivos passam a reger as mentes das classes política, empresarial, científica e militar.

       

      As catástrofes naturais causadas pela alteração do clima no planeta têm como origem a ideia do consumo intenso de bens industrializados: A propaganda agressiva dos mais diversos bens de consumo industrializados, que alimenta os caixas das redes de televisão, que é o principal veículo de comunicação em massa, cativa bilhões de mentes que não se dão conta do mal que fazem a si individualmente e à humanidade coletivamente. Por que são mentes cativas? Porque a televisão e o cinema ainda vendem a ideia do glamour, da moda, da sofisticação e da ostentação, que é mantida pelo consumo intensivo de bens industriais, cuja produção causa a poluição, que causa a redução da camada de ozônio, da qual decorre a alteração climática do planeta, que ocasionam o derretimento das calotas polares e os efeitos El Niño e La Niña, que representam respectivamente o aquecimento e o resfriamento das águas do oceano Pacífico Tropical.

     Temos alertado neste blog que vivenciamos os fatos bíblicos de Apocalipse 11 e as catástrofes a que referimos estão citadas no versículo 18. Ora, também alertamos que vivenciamos as profecias de Daniel 12, onde nos capítulos 3 e 4 falam da multiplicação da ciência, logo podemos deduzir que à Daniel foi instruído que seria inevitável a multiplicação da ciência, mas que esta deveria ser tratada com sabedoria e ao apóstolo João são reveladas as consequências diretas do uso da ciência sem sabedoria, assim ciência e sabedoria não são sinônimos: ciência é acúmulo de conhecimento enquanto sabedoria é o uso racional deste conhecimento.

    A ciência produziu o combustível que alimenta os motores das máquinas que produzem alimentos, dos trens , barcos, aviões, navios e caminhões que transportam estes alimentos, mas este mesmo combustível alimenta as motosserras que destroem as matas e os rios que delas dependem, alimenta os tanques de guerra, os aviões e navios que causam mortes e destruição; a ciência produziu a energia elétrica e atômica, que alimentam as indústrias que produzem alimentos, remédios, roupas, calçados, a energia que alimentam as escolas e universidades onde mais conhecimentos são produzidos, alimentam os hospitais que tratam os doentes e acidentados, alimentam o comércio onde os produtos são comercializados e alimentam nossos lares nos trazendo conforto, contudo alimentam também a indústrias que produzem armas de fogo e veículos de combate, que causam mortes em todas as nações, alimenta a indústria do jogo e da prostituição, alimenta as órgãos de guerra e espionagem eletrônica, cujas existências se explicam pela falta de crédito que o homem dá a si mesmo como ser capaz de propor e criar um mundo de paz,  justiça e fraternidade. Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?

          

       Não precisamos ser muito sábios para entendermos que o estilo de vida com que a mídia eletrônica e escrita tenta nos seduzir é a centro das causas dos males que assolam os moradores deste lindo planeta. Se no passado a ganância e prepotência das nações fazia com umas subjugassem outras por meio do arco e da flechas, a ciência usada para o mal fez com que toda a humanidade, ou seja, todas as nações fossem subjugadas por estas mesmas ganância e prepotência, haja visto a multiplicação do poder destruidor das armas de guerra dos dias em que vivemos. Onde está a sabedoria? Certamente se lermos a Bíblia em 1 Coríntios 1:20-31 poderemos encontrá-la e se lermos 1 Coríntios 3:19-20 poderemos entender porque o homem, com sua ciência, não pode por si mesmo construir um mundo justo, mas ao contrário, colocou toda a humanidade em perigo!

    Quem poderá se opor à sabedoria de Deus, que há milênios tem alertado a humanidade para que não chegasse a este ponto, que parece sem solução? Sim, a própria Bíblia também previu que os interesses capitalistas representados por esta indústria do mal, fará emergir um líder político que obterá um grande apoio financeiro, com vista à manutenção deste status quo, que traz grandes benefícios financeiros a poucos com o sacrifício de muitos, se opondo frontalmente ao estilo de vida proposto pelo governo de paz, justiça e fraternidade há muito proposto nas Sagradas Escrituras e encarnado na pessoa de Jesus, este é o anticristo, a besta que surge da terra!

     Desde o Éden, quando os primeiros sinais dos sentimentos de ganância e prepotência começam a florescer no gênero humano, se viu a separação entre as três partes envolvidas neste conflito de interesses, que ocasionou a queda da humanidade pela desobediência de Adão e Eva, que foi o primeiro juízo de Deus contra o homem, e este conflito perdurará até o juízo final, quando ocorrerá sua redenção, por meio de Cristo (ler Romanos 5:19).

         Assim como Deus e satanás, o homem passou também a ter conhecimento do bem e do mal e assim passou a andar segundo seu entendimento, se distanciando cada dia mais de Deus e se aproximando de Satanás, contudo Deus não o abandonou e sempre lhe enviou homens escolhidos para de advertir e ensinar-lhe o caminho do bem, mas sempre o iníquo encontrava meios de seduzir-lhe com promessas de riquezas e poder, que assim como no Éden, sempre acabavam mal. 

    O conhecimento do bem e do mal (a ciência) se multiplicou entre os homens e assim multiplicou também sua riqueza e seu poder e assim como no Éden, ainda hoje muitos homens ricos e poderosos, almejam ser como Deus ou superá-lo e quem os convence a agirem assim é a mesma pessoa que convenceu Adão e Eva no paraíso, que poderiam ser como o Criador.

      O conhecimento humano sobre o bem e o mal chegou a um patamar insustentável e perigoso para si próprio e Deus como seu Criador deve agir, para evitar que o homem destrua a si mesmo e toda a criação que Ele fez. Satanás agirá até o último segundo para convencer o homem de que este pode ser como Deus ou até mesmo superá-lo e assim, iludindo e cegando a sabedoria de muitos homens, fará com que estes elejam um líder, que represente os “interesses da humanidade”, alicerçados no humanismo grego do século V AC e humanismo romano do século XV DC, os quais visam colocar o homem como centro do universo (antropocentrismo) em detrimento dos ensinamentos bíblicos que têm Deus como o centro de tudo (teocentrismo).

                  

         As armas da besta que surge da terra


    Além de um poder econômico, político e militar avassalador a besta capitalista utilizará de diversos meios de controle eletrônico da população, a começar do biochip (ver nosso post: Os cristãos e o chip mondex), interceptação de emails, redes sociais e telefônica, dispositivos de ampliação sonora e espionagem, com o qual seus agentes poderão ouvir à distância o menor sussurro dentro das residências daqueles que opuserem a aceitar o governo anticristo. O anticristo capitalista já tem ao seu dispor todos os meios para exercer seu governo de opressão.


          Ganância e prepotência insaciáveis


          A besta que emerge da terra não conterá seus planos de cobiça e poder e fará aliança com a besta que surge do mar (a besta religiosa) (ver nosso post Por que devo conhecer o apocalipse?). Esta aliança terá por objetivo dar um tom de legitimidade ao seu governo, fazendo parecer que suas leis irão beneficiar e organizar a vida social, trazendo economias e melhorando a gestão da administração pública e assim, muitos cristãos e não cristãos serão enganados e não perceberão que estarão apoiando um governo altamente controlador e opressor, pois quase toda a humanidade estará inteiramente entregue na mão de homens, que são suscetíveis a erros, ideologias, intrigas, à corrupção, à injustiça, etc, ou seja, as ideias humanistas chegarão ao seu ponto máximo: o homem pensará que por si só chegará a um governo mundial de paz e justiça, onde as leis e a justiça humana triunfarão (ver nossa página Justiça dos homens (parte II))

      A índole humana é má por natureza, pois é influenciada por satanás e esta situação não mudará até que este seja preso por Cristo, depois que Ele derrotar as bestas e o falso profeta, por isso mesmo, este governo do anticristo, que inicialmente parecia ser muito competente, logo mostrará suas falhas e exporá seus enganos e como muitos interesses econômicos, políticos e religiosos estarão em jogo, este governo deixará de ser aparentemente democrático e se tornará a mais ferrenha ditadura que a história humana conheceu e desfechará dura perseguição àqueles que não aceitarem a sua marca. Quem tem sabedoria interprete o seu número: 666.

       Neste ínterim Deus já revelou as identidades das duas testemunhas à Sua Igreja e estes darão o testemunho que testificarão a fidelidade das profecias bíblicas e a plena superioridade de valores do governo divino em detrimento do governo humano, além disso há no testemunho que estes dois profetas devem dar, um cunho científico, que restará provada junto à própria ciência humana a superioridade também da sabedoria e conhecimento divinos em relação aos humanos. Este testemunho deixará as bestas e seus aliados furiosos e estes deflagarão guerra a estes e os matará, mas as pessoas não permitirão que seus corpos sejam postos em sepulcro e os velarão na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito. Após três dias e meio um espírito de vida vindo de Deus entrará em seus corpos e estes ressuscitarão e serão ascendidos ao céu, sendo este fato acompanhado em toda a terra através das redes de televisão, internet, jornais e toda espécie de mídias eletrônicas e escritas. 

       Depois deste fato muitos se voltarão contra a tirania do governo do anticristo e este se endurecerá contra todos os que não aceitarem seus atos, daí a paciência dos fiéis, pois sabem, que o retorno de Cristo será iminente.

        O humanismo chegou ao seu ponto máximo em engano estupidez e exigirá de Deus uma resposta à altura e  os anjos de Deus derramarão as taças de Sua ira sobre a terra e haverá tanta destruição como nunca a humanidade conheceu: o teocentrismo se imporá não apenas pela superioridade de seu poder, mas também pela superioridade de seu conhecimento, sabedoria e justiça.


Por Nelsomar Correa em 13 de janeiro de 2016.

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Cristianismo e Islamismo: perspectivas imediatas (parte VIII)

          ATENÇÃO: Esta é uma série de estudos, por isso sugerimos que leiam esta série sequencialmente para que acompanhem o desenvolvimento do raciocínio que pretendemos levar aos nossos leitores. você encontrará os links desta série ao final deste texto. Obrigado

                    Graça  e paz ao Povo de Deus em toda a terra!

             Neste oitavo estudo desta série vamos abordar os principais pontos que separam cristãos e muçulmanos, sendo que o primeiro, sem qualquer dúvida é o conceito prévio de ambas as partes de que a outra religião é herética, uma vez que se desviam daquilo que está determinado no Velho e Novo Testamento e isso se deve, em grande parte, pelas desavenças havidas em tempos passados entre estas duas grandes religiões, cujo rescaldo permanece até aos dias de hoje. Contudo aos homens sensatos e honestos destas religiões há hoje motivo de grande júbilo, uma vez que O Senhor da Terra providenciou dois juízes, aos quais dotou de grande poder, com a autoridade de “medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram” (Apocalipse 11:1-6).

              Quanto aos cristãos, não temos sido omissos em apontar as inúmeras heresias que motivou a fragmentação do cristianismo em mais de cinquenta e cinco mil denominações diferentes ao redor do planeta e a introdução de diversos elementos estranhos à originalidade do Evangelho e o poder e autoridade que foram concedidas às duas testemunhas foram demonstradas às denominações que testemunham sua existência, inclusive experimentando na própria carne parte dos flagelos por estes julgados e expedidos.

               Conforme foi dito na sétima parte desta série de estudos, a (ou as) duas testemunhas já têm conhecimento dos diversos erros de interpretação que ainda são mantidos pelas lideranças islâmicas e da mesma forma que pelos erros das lideranças cristãs a igreja foi assolada com flagelos, o mesmo poderá ocorrer ao islã, caso suas lideranças não hajam com sabedoria, sensatez e honestidade: no versículo 6 de Apocalipse 11 está escrito que estes dois profetas do Senhor têm autoridade para converter água em sangue, deste modo, convém que as autoridades islâmicas não repitam a insensatez e arrogância do Faraó Ramsés, que desafiando o Deus Onipotente, viu as águas do Nilo transformadas em sangue e todas as outras  nove pragas que vieram depois destas, sacrificando sobremaneira a população egípcia, que não pôde opinar.

             As duas Testemunhas dão também testemunho do quanto o Senhor contrista o Seu coração quando estes lhe pedem autorização para afligir a terra, a bem da verdade estes próprios se contristam, contudo têm uma séria missão a cumprir e a farão com todas as armas que lhes foram entregues pelo Soberano Deus e Seu filho, o Senhor da Terra, o Messias que veio e voltará, Jesus, O Cristo. Abaixo está um link de um vídeo no qual um clérigo islâmico apresenta as principais diferenças entre cristãos e muçulmanos, contudo também revela o quão cegas e equivocadas estão as autoridades desta religião.

                Neste vídeo acima um religioso muçulmano, ao ser indagado por uma jornalista católica quanto às interpretações islâmicas a respeito do cristianismo, este, citando diversos versículos bíblicos acaba por revelar a falta de compreensão a respeito do Evangelho de Jesus, assim como também as divagações meramente humanas de alguns religiosos desta religião, configurando-se como os cegos que guiam outros cegos (Mateus 15:14, Lucas 6:39).

         O clérigo deste vídeo mostra em suas pontuações bíblicas, que os cristãos não seguem o Evangelho genuíno deixado por Jesus, mas o deturpa e o desobedece, diferentemente dos muçulmanos, que acreditam no Seu nascimento sobrenatural, nos Seus milagres, que foi o Messias prometido que voltará, contudo mostra também que não compreendem a totalidade de Sua missão, tampouco no Espírito Santo Prometido (O consolador, que convenceria o homem do erro e do pecado).

             Este religioso afirma que Jesus jamais se proclamou como Deus, conforme os cristãos O vê na Santíssima Trindade, também não mostra crer que o Espírito Santo derramado em Pentecostes seja o consolador prometido, que nos convenceria da verdade, induzindo-nos a crer que este consolador tenha sido Maomé. Dentre outras coisas secundárias, que se referem a uso e costumes, tais como comer carne de porco e ingerir bebida alcoólica, certamente o fato de não crer na plenitude de poder que foi dado a Jesus após sua ressurreição, retornando ao Seu lugar de glória e também no papel fundamental do Espírito Santo, que ouve até mesmo os gemidos inexprimíveis de nossa alma, são os erros mais graves nos quais a liderança islâmica se estriba e com os quais confrontam ao Deus Criador, em quem jura fundamentar sua fé; em Jesus, em quem afirma crer e também às duas testemunhas, cujas existências sobrenaturais só se explicam pela ação de Deus e Seu Verbo Divino e cuja missão é medir o altar do santuário de Deus e todos os que nele adoram.

    A testemunha tem apontado os diversos sofismas indevidamente agregados ao Evangelho de Cristo por homens com pouca ou nenhuma inspiração divina e do mesmo modo fará ao islamismo, uma vez que esta religião jura crer no mesmo Deus Único e Criador dos judeus e cristãos, submetendo-se plenamente à Ele! Pois bem, então é chegada a hora em que esta fé islâmica deve ser provada, é hora dos muçulmanos mostrarem que são de fato a grande nação que Deus prometeu a Ismael e não um ardil satânico destinado a confundir a genuína fé judaico-cristã.

            Da mesma forma que recomendamos às lideranças cristãs e judaicas, o mesmo faremos às lideranças islâmicas, pois não apraz à Deus, à Jesus glorificado e tampouco às testemunhas ferir as terras e águas das nações muçulmanas, sacrificando suas populações, tal como já fizeram às nações ditas cristãs. Desta forma, não apenas chamamos as lideranças muçulmanas à responsabilidade que lhes cabem mas também ao devido temor e tremor ao Soberano Deus e ao Seu Verbo Divino, Jesus, o alfa e o ômega, que veio, voltará e regerá a terra com cetro de ferro, trazendo paz, justiça e equidade.

            Que Deus e o Espírito Santo por Ele enviado ilumine e dê a necessária sabedoria aos povos islâmicos e às suas lideranças.

          

              Por Nelsomar Correa, em 06 de setembro de 2015.

              Para melhor compreensão deste estudo, pedimos que leiam a série completa, que pode ser acessada por meio destes links:

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